domingo, 3 de junho de 2012

Lição 11 – O Evangelho do Reino no Império do Mal - 2

CAPÍTULO 14

Versículos 1-5 Os fiéis a Cristo celebram os louvores de Deus 
Versículos 6-13 Três anjos: um que proclama o evangelho eterno; outro, a queda de Babilônia, e o terceiro, a temível ira de Deus sobre os adoradores da besta - A bênção dos que morreram no Senhor
Versículos 14-16 Uma visão de Cristo com uma foice afiada, e de uma colheita madura
Versículos 17-20 O símbolo de uma colheita totalmente madura, trilhada na prensa de vinho da ira de Deus

Versículos 1- 5
O monte Sião é a igreja do evangelho. Cristo era com sua igreja e em meio de todas suas angústias, portanto, não é consumida. Sua presença assegura a perseverança. Seu povo se apresenta honoravelmente. Eles têm o nome de Deus escrito em suas frontes; podem fazer uma profissão denodada e aberta de sua fé em Deus e Cristo, e isto é acompanhado por atos apropriados. Nas épocas mais tenebrosas houve pessoas que se aventuraram e renderam suas vidas pela adoração e a verdade do evangelho de Cristo. Mantiveram-se limpas da abominação perversa dos seguidores do anticristo. Seus corações estiveram bem com Deus e foram livremente perdoados em Cristo; Ele é glorificado neles e eles nEle. Seja nossa oração, nosso esforço, e nossa ambição sermos achados nesta honorável companhia. Os que são verdadeiramente santificados e justificados estão aqui representados, porque nenhum hipócrita, por verossímil que pareça, pode contar-se como sem falta perante Deus.

Versículos 6-13
Aqui parece manifestar-se o progresso da Reforma. As quatro proclamas são evidentes em seu significado: que todos os cristãos sejam exortados a serem fiéis a seu Senhor nem tempo da provação. O evangelho é o grande médio pelo qual são levados os homens a temer a Deus, e a dar lhe glória. A pregação do evangelho eterno estremece os cimentos do ant icristo no mundo, e apressa sua queda. Se alguém persistir em submeter-se à besta, e em fomentar sua causa, deve esperar ser miserável em corpo e alma para sempre. o crente deve aventurar-se ou sofrer qualquer coisa por obedecer aos mandamentos de Deus e por professar a fé de Jesus. Que Deus nos conceda esta paciência. Note-se a descrição dos que são e serão abençoados: os tais morrem no Senhor; morrem na causa de Cristo, em estado de união com Cristo; os tais são achado em Cristo quando chega a morte. Descansam de todo pecado, tentação, pena e perseguição; porque ali o mau cessa de atormentá-los, ali os extenuados estão em repouso. Suas obras lhes seguem: não vão adiante como títulos deles, ou como aquisição, mas os seguem como provas de ter vivido e morrido no Senhor; a lembrança deles será grata e a recompensa, muito por acima de todos seus serviços e sofrimentos. Isto é assegurado pelo testemunho do Espírito, que testifica em seus espíritos, e a palavra escrita.

Versículos 14-20
Não tendo produzido reforma as advertências e os juízos, os pecados das nações têm enchido a medida, e estão maduros para os juízos, representados por uma colheita, símbolo que se usa para significar a reunião dos justos, quando estejam maduros para o céu pela misericórdia de Deus. o tempo de colheita é quando o grau está maduro; quando os crentes estão amadurecidos para o céu, então o grão da terra será reunido no celeiro de Cristo por uma colheita. Os inimigos de Cristo e de Sua Igreja não são dest ruídos até que por seu pecado estejam maduros para a destruição e, então, Ele não os passará mais por alto. O lagar é a ira de Deus, uma calamidade terrível, provavelmente a espada, que derrama o sangue dos malvados. A paciência de Deus para com os pecadores é o maior milagre do mundo; porém, embora duradoura, não será eterna; e o amadurecimento do pecado é prova segura do juízo iminente.
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