segunda-feira, 24 de junho de 2013

Lição 01 – No Mundo Tereis Aflições

Tratar do assunto "aflição" é sempre melindroso. Como homens, desejamos não passar por momentos de adversidades, mas ainda que não o desejemos, passamos por elas assim mesmo. As aflições nos incomodam porque, via de regra, roubam nossa estabilidade emocional, tempo e, muitas vezes, a paz com Deus.


As aflições acompanham a humanidade desde a queda de Adão. Faço questão de situar o primeiro homem como referência, da mesma forma que a Bíblia o faz, para demonstrar que os momentos de adversidades acompanham a raça humana desde que Adão decidiu desobedecer a Deus e pecar. Não há registro de que tenha havido aflições com Adão e Eva antes da queda.

Aflições e sofrimento, portanto, são inerentes à existência humana em um mundo atingido igualmente pelo pecado. E independentemente da fé que o ser humano professa, problemas e dificuldades afetam os que creem em Deus e os que não o tem como seu Senhor. Basta viver neste mundo para ser afligido de diversas formas. Não há exceções nem meios-termos.

Tendo isso em mente, precisamos analisar a perspectiva cristã e bíblica da origem das aflições, suas consequências e se, de alguma forma, é possível um cristão crescer com elas. Para trazer uma perspectiva equilibrada acerca deste assunto, veremos o que Deus diz em sua Palavra.

No Antigo Testamento
De forma geral, o Antigo Testamento nos mostra que a origem das aflições reside no primeiro ato de desobediência contra Deus. Deus criou o homem e o colocou em um jardim para o guardar e dele se manter Dor meio do trabalho. Deixou também uma restrição clara para Adão: Não comer do fruto da árvore do conhecimento do bem e do mal. A decisão de obedecer a Deus ou não residiu na consciência do homem, que preferiu ver até onde iam os limites impostos por Deus e quais consequências o aguardavam no caso de uma possível desobediência. Tomada essa postura rumo à desobediência, o primeiro homem abriu à sua descendência a morte, e com ela, as demais tribulações

É evidente que há outros fatores como a preguiça, desobediência aos pais, ausência de disciplina dos pais para com seus filhos, entre outros. Mas para que não haja uma generalização, reconhecemos que há casos em que uma aflição atinge uma pessoa sem que esta tenha colaborado com aquela. A perda de um parente provedor, por exemplo, é relatada no Antigo Testamento como um desses fatores, como quando Noemi e sua família foram para Moabe; lá Noemi ficou viúva e perdeu seus dois filhos. Portanto, circunstâncias da vida podem, independentemente da vontade de uma pessoa, trazer-lhe sofrimentos.

No Novo Testamento
O Novo Testamento também fala de aflições. Jesus reconheceu a existência do sofrimento neste mundo, e certa vez contou uma parábola sobre dois tipos de pessoas: as que ouviam suas palavras e as praticavam, e as pessoas que ouviam suas palavras, mas não praticavam. A descrição feita de ambas as pessoas comporta aflição e dificuldades em suas empreitadas:

Todo aquele, pois, que escuta estas minhas palavras e as pratica, assemelhá-lo-ei ao homem prudente, que edificou a sua casa sobre a rocha. E desceu a chuva, e correram rios, e assopraram ventos, e combateram aquela casa, e não caiu, porque estava edificada sobre a rocha. E aquele que ouve estas minhas palavras e as não cumprem, compará-lo-ei ao homem insensato, que edificou a sua casa sobre a areia. E desceu a chuva, e correram rios, e assopraram ventos, e combateram aquela casa, e caiu, e foi grande a sua queda. (Mt 7.24-27)

Como podemos perceber, as aflições desta vida vêm tanto para aqueles que buscam agradar a Deus sendo-lhe obedientes quanto para aqueles que decidem manter-se rebeldes à Palavra de Deus. Todos são atingidos por adversidades. A diferença entre esses dois grupos de pessoas é a base onde cada um constrói sua existência.

As Aflições do Tempo Presente

Aflições na natureza
"Os céus são os céus do Senhor; mas a terra, deu-a ele aos filhos dos homens" (SI 115.16). Não há que se negar que a humanidade caminha para a beira de um colapso no tocante à natureza. A poluição, desmatamentos e outros fatores têm agravado os riscos ambientais em nossos dias. O homem tem se mostrado irresponsável pela administração da terra que lhe foi dada. Uma das maiores riquezas que o Brasil tem é, sem dúvida, a Amazônia. Esta vem sendo devastada de tal forma que os impactos do desmatamento podem ser definidos como a perda de biodiversidade, a redução da ciclagem da água (e da precipitação) e contribuições para o aquecimento global. Dados fornecidos pelo INPE indicam que, em novembro e dezembro de 2011, a área degradada na Amazônia brasileira aumentou de 135 km2 para 218 km2. A pesquisa aponta que "em 23 anos, o processo de destruição da floresta (desmatamento total e degradação grave) já amputou 35% da floresta, aproximando-se da previsão, que parecia apocalíptica nos anos 1980, de que a floresta amazônica poderia desaparecer em 50 anos" (Jornal O Globo, 4/2/2012). Basta dizer que a variedade de organismos vivos em um determinado ambiente (biodiversidade) está sendo comprometida pela inserção de novas espécies em ambientes que lhes são estranhos, contaminação do solo e desmatamentos. Não é a toa que a natureza demonstra seus transtornos de forma tão vivida.

Cremos que haverá um novo céu e uma nova terra, e essa promessa bíblica a cada dia deve se tornar mais vivida em nossa mente. Contudo, isso não nos isenta de cuidar, hoje, do que temos em nossas mãos.

Problemas de ordem econômica
No momento em que escrevo este capítulo, ouço notícias sobre a situação econômica da Europa. O Velho Continente se debate com uma crise financeira sem precedentes em diversos Estados Membros, que ou não se entendem, ou, quando conseguem aceitar regras impostas para melhorias, acabam punindo suas populações com diminuição de investimentos nos setores sociais.

Enquanto países mais antigos c tidos por "avançados" agonizam com suas economias em crise, países em desenvolvimento como Brasil, China, índia e África do Sul vêm conseguindo polarizar suas economias de forma estável. Esta é uma mostra de que a economia mundial sofreu e sofre modificações com o passar do tempo.

Como cristãos, precisamos entender que a Bíblia deixa claro que o amor às riquezas jamais podem ser a base de um grupo social, pois elas são instáveis. Quem confia no dinheiro, e não em Deus, deposita sua vida em um alicerce movediço. É claro que Deus pode conceder grandes riquezas a seus servos, para que estes as administrem como bons e fiéis mordomos, pois dessa mordomia prestarão contas: "a quem muito for dado, muito será cobrado". Mesmo nesses casos, quem recebe essa graça de Deus e tem mais do que necessita para viver pode contribuir para que haja mais equilíbrio para com aqueles que têm menos que o necessário para sua subsistência.

De ordem física
As doenças que afligem a humanidade atingem também os crentes. Vivemos com as regras deste mundo, em um corpo de humilhação, sujeito, então, às limitações impostas pela natureza humana. Portanto, seja por questões hereditárias, seja por causa de hábitos alimentares e outros adquiridos ao longo da vida, ou ainda por descuido para com o templo do Senhor, crentes são alvo de doenças, como qualquer outra pessoa.

Outros fatores podem ser apontados como determinantes para que haja desordens em nossos corpos. No mundo moderno, a ingestão de gorduras vem sendo um problema sério nas sociedades mais abastadas. Comidas com altos índices calóricos e abuso na utilização de condimentos vêm aumentando o número de pessoas que precisam de tratamentos médicos. A vida sedentária também vem colaborando para o aumento de doenças em nossos dias.

Como cristãos, cremos na cura que o Senhor pode realizar em nossos corpos mortais. Mas não podemos esquecer de que um dia este corpo de humilhação será substituído por um corpo glorificado, imune às mazelas de nossa natureza. Enquanto isso não ocorrer, nossa obrigação é zelar pelo nosso corpo de forma sábia.

Por que o Crente Sofre

A queda da raça humana
Uma das fontes do sofrimento é, sem dúvida, a queda do homem, de seu estado original de perfeição para o estado pecaminoso. Outras fontes, como más decisões e mau comportamento ou fatores externos à nossa vontade podem trazer sofrimento, mas conforme as Escrituras, o sofrimento veio como consequência da decisão adâmica de desprezar aquilo que Deus valorizou, e apreciar aquilo que Deus desqualificou. A Bíblia descreve que, após o trabalho de criação, "viu Deus tudo quanto tinha feito, e eis que era muito bom" (Gn 1.31). Mesmo concedendo autonomia a Adão para que ele decidisse desobedecer aos seus mandamentos, Deus demonstrou que seu relacionamento com a humanidade seria pautado pela voluntariedade. Deus amava o homem, e esperou que o homem demonstrasse voluntariamente seu amor a Deus e aos seus mandamentos. Deus sabia que o homem poderia se tornar uma criatura rebelde? Sim, Ele sabia. Ainda assim, não retirou do homem a capacidade de escolher o que iria fazer.

A raça humana degenerada
Não bastou o homem pecar, afastando-se da presença de Deus. O homem seguiu seu caminho para fazer coisas ruins. Caim, o primeiro filho de Adão e Eva, teve uma existência que desagradou a Deus, e sua oferta foi rejeitada, pois Deus olha o ofertante antes de observar a oferta que ele traz. Mesmo sendo aconselhado pelo próprio Deus, Caim decidiu vingar sua frustração e rebeldia matando seu irmão Abel, cuja vida e oferta foram recebidos por Deus. Da descendência de Caim, vemos na narrativa bíblica a figura de Lameque, que matou dois homens e compôs uma música em que narrou os motivos de suas atitudes sanguinárias. A violência e a maldade foram tomando proporções epidêmicas, a ponto de Deus decidir destruir aquilo que criou, preservando apenas Noé e sua família. São notícias nada animadoras sobre nossas origens, mas que revelam uma tendência humana a fazer aquilo que desagrada a Deus. Para aqueles que duvidam da capacidade humana de fazer o mal, basta olhar os crimes previstos nos códigos penais do mundo todo e as condenações sociais que aguardam aqueles que tais crimes praticam. Jeremias afirmou: "Enganoso é o coração, mais do que todas as coisas, e desesperadamente corrupto; quem o conhecerá?" (Jr 17.9, ARA). Nossa propensão para a maldade não tem limites.

O homem pode fazer coisas boas? Claro que sim. "Se, vós, pois, sendo maus, sabeis dar boas coisas aos vossos filhos..." (Mt 7.11). A prática do bem é uma das características que possuímos e que demonstra um pouco da imagem de Deus em nós. A paternidade e a maternidade podem trazer modificações positivas no comportamento de muitas pessoas, mas essas alterações tendem a ser temporárias. Em suma, pertencemos a uma raça que se degenerou com o pecado, e que precisa de um reencontro com Deus por meio de Jesus Cristo somente.

O novo nascimento e o sofrimento
Não há que se negar que o novo nascimento é imprescindível à vida cristã. Entretanto, mesmo tendo nascido de novo, o crente não está isento de experimentar aflições em sua vida. O cristianismo nunca isentou seus fiéis de passarem por adversidades, e se alguém ensina o contrário, deve provar "biblicamente" o que a Bíblia não diz, e isso é muito difícil.

Adversidades são reais, em maior ou menor escala, para todos os cristãos. Os crentes hebreus receberam uma Carta de um autor — para nós desconhecido, mas inspirado pelo Espírito Santo — para que permanecessem professando o nome do Senhor mesmo ante as perseguições. Paulo passou por diversas dificuldades por amor ao evangelho, cumprindo-se o que Deus disse a Ana-nias: "Disse-lhe, porém, o Senhor: Vai, porque este é para mim um vaso escolhido para levar o meu nome diante dos gentios, e dos reis, e dos filhos de Israel. E eu lhe mostrarei quanto deve padecer pelo meu nome" (At 9.15,16).

O Crescimento e a Paz nas Aflições

A soberania divina na vida do crente
Deus é onipotente (capaz de fazer toda a sua vontade, de forma ilimitada) e soberano (tem o poder de decidir de forma santa e sábia aquilo que fará, e o executa conforme sua vontade, ordenando regras do que pode ou não ser feito). Seu poder e sua soberania são exercidos em todo o mundo, e de forma particular na vicia dos que o amam.

Se um crente passa por adversidades, não significa que Deus deixou de ser onipotente ou soberano em sua vida. Na verdade, a permissão de Deus para que sejamos, de alguma forma, afligidos, não o torna menos capaz de controlar nossas vidas nem de realizar a sua vontade em nossa existência. Somos amadurecidos por meio de uma relação com Deus que não se baseia em apenas receber suas bênçãos, mas em também provar de sua presença e conforto nos momentos difíceis da vida.

As adversidades não estão fora do controle da soberania de Deus. Na verdade, se observadas da perspectiva correta, nos farão entender que se todos os crentes não passassem por aflições, o cristianismo seria conhecido como uma fé que suprime o sofrimento, o que seria uma boa opção para aqueles que detestam ser provados.

Tudo coopera para o bem
Nem sempre conseguimos entender que em meio às adversidades, e quando muitas coisas dão errado aos nossos olhos, Deus está no controle, ordenando que cooperem para o nosso bem. "E sabemos que todas as coisas contribuem juntamente para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados por seu decreto" (Rm 8.28).

O que acontece pode não ser intrinsecamente "bom", mas Deus fará com que todas as coisas contribuam juntamente para o bem daqueles que o amam, para que alcancem o supremo propósito da maturidade. O caso é que Deus opera todas as coisas para o bem, "mas nem todas as coisas dão certo". O sofrimento ainda trará dor, perdas e tristezas, e o pecado irá trazer a vergonha. Mas sob o controle de Deus, o eventual resultado será para o nosso bem.

Deus opera por detrás do cenário, assegurando que mesmo em meio a erros e tragédias aqueles que o amam terão, como resultado, o bem. Às vezes, isso acontece rapidamente, e com frequência necessária para nos ajudar a confiar nesse princípio. Mas também existem acontecimentos cujos bons resultados somente conheceremos na eternidade. (Comentário do Novo Testamento —Aplicação Pessoal, p. 58).

Duas sentenças devem ser observadas em Romanos 8.28: a contribuição conjunta dos fatores para o nosso crescimento, e o fato de que essas coisas operam na vida daqueles que amam a Deus. Quando Paulo diz que todas as coisas cooperam juntamente, fica claro que há uma organização nos acontecimentos em torno de nossas vidas, que nada ocorre sem um propósito. O apóstolo não separou coisas boas e ruins, taxando as primeiras como as que nos auxiliam a crescer, e as segundas, como se fossem uma forma de estagnar nosso desenvolvimento pessoal. Todas as coisas cooperam juntas para que o plano de Deus seja realizado.

Enquanto a primeira observação é impessoal, referindo-se a coisas que acontecem, a outra observação é relativa a pessoas: aqueles que amam a Deus. Apenas aqueles que amam a Deus podem ter o entendimento de que as coisas que ocorrem (boas ou não) cooperam para o seu bem. Deus demonstra seu amor aos que o amam dando-lhes bênçãos, salvação e a vida eterna porvir, mas também os conduzindo por estradas algumas vezes ásperas. Davi disse que não temeria mal algum ainda que andasse pelo vale da sombra e da morte (SI 23), e reconheceu que quem o iluminava em seus momentos de escuridão era o Senhor: "Porque fazes resplandecer a minha lâmpada; o Senhor, meu Deus, derrama luz nas minhas trevas" (SI 18.28). Portanto, amar ao Senhor tem como consequência não apenas as bênçãos, mas também a sua condução em todas as situações de nossa vida.

Desfrutando a Paz do Senhor
E quando enfim chegar o dia mal
onde a dor parece até que vai vencer
bem lá no fundo, então, renascerá
a paz que o mundo todo não entenderá

Estes versos são de uma música chamada "A Paz", de autoria de Paulo César da Silva, líder do Grupo Logos. Detentores de letras profundas, suas músicas tratam muito da realidade da vida cristã.

Jesus não nos orientou a que mantivéssemos uma perspectiva negativa ante o sofrimento. Isso não significa que devemos olhar o sofrimento com bons olhos, pois ninguém gosta de passar por adversidades, e dentro de nossas possibilidades, faremos o possível para evitar as aflições e sofrimentos. Isso não é errado. Jesus nos orientou a que tivéssemos uma perspectiva positiva: "No mundo tereis aflições, mas tende bom ânimo". A seguir, ele completou essa sentença com a frase "Eu venci o mundo". Há pregadores que acrescem ao fim dessa sentença "E vós vencereis", o que deixa muitos cristãos com a certeza de que Jesus realmente falou essas últimas palavras, ou se não falou, deveria tê-lo feito.

Ter bom ânimo não é difícil em mares de almirante, onde não há tormentas, a bússola funciona com perfeição magnética e a tripulação é experiente dentro de um navio de última geração. Mas diga a mesma coisa a uma pessoa que passa por tribulações, e você verá que a percepção dela é diferente da sua. Ela pode estar tomada pelo desânimo.

O fato de Cristo ter vencido o mundo nos mostra que seu exemplo pode ser imitado. Ele venceu o mundo humilhando a si mesmo, assumindo uma forma que não lhe era originária. Ele venceu o mundo quando nasceu em um lar humilde, sendo sustentado por um carpinteiro que não era seu pai biológico. Ele venceu o mundo quando juntou 12 homens diferentes e fez deles seus cooperadores no ministério. Ele venceu o mundo quando ensinou sobre o amor de Deus e curou doentes e libertou pessoas possessas por espíritos malignos. Ele venceu o mundo em uma cruz, exposto à vergonha pública depois de ser cuspido e espancado. Mas Ele venceu o mundo também quando ressuscitou dentre os mortos e permitiu que tivéssemos acesso a Deus. Foi fácil essa vitória? Claro que não. Ele teve de viver neste mundo com as regras deste mundo — exceto quanto ao pecado, do qual jamais se deixou dominar. Antes de sua morte, deixou claro que "o maligno nada tem em mim". Ele venceu o mundo, dando uma mostra clara de que essa é uma batalha que pode ser vencida por aqueles que fazem a vontade de Deus.

Por ocasião de seu último discurso, antes de ser entregue para a crucificação, Jesus deixou claro que, naquele momento, seus discípulos iriam chorar, e o mundo se alegraria. Convenhamos, estas não são palavras muito positivas em um momento em que a morte de Jesus estava se aproximando.

Mas aquela tristeza seria transformada em alegria. Para ilustrar aquele momento, trouxe o exemplo da mulher que está prestes a dar à luz. Os momentos que antecedem o nascimento de um ser humano, por ocasião de um parto normal, são muito dolorosos. Mas passados estes, a alegria que uma mulher sente por ter dado à luz uma criança faz com que esqueça a dor que sentiu.

Jesus não podia contar aos discípulos as coisas que ainda ocorreriam, como sua morte e ressurreição. Havia surpresas maravilhosas reservadas para os dias que se seguiriam. Todo o sofrimento pelo qual Jesus passou redundaria, séculos depois, em milhões de pessoas salvas do pecado ao longo dos séculos.

O sofrimento é uma realidade, mas lembremo-nos de que eles costumam ser temporários, e que Deus tem sempre, para os seus amados, o melhor. Ele não nos deixa sozinhos: "Eis que chega a hora, e já se aproxima, em que vós sereis dispersos, cada um para sua casa, e me deixareis só, mas não estou só, porque o Pai está comigo" (Jo 16.32). Portanto, podemos ter certeza de que passaremos por momentos de aflição, mas com a presença de Deus, teremos as forças necessárias para tais provações.

FONTE


Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

NOSSA PAGINA

VOCÊ ESPECIAL

GOOGLE +