domingo, 20 de julho de 2014

Lição 5 – O Cuidado ao Falar e a Religião Pura

O cuidado ao falar e a religião pura - Alexandre Coelho - Introdução
I. PRONTO PARA OUVIR E TARDIO PARA FALAR
Certa vez, Zenon, um pensador clássico, disse que temos dois ouvidos e uma boca por um simples motivo: para que possamos ouvir mais e falar menos. Por mais que essa ideia, para algumas pessoas seja engraçada, traz uma realidade importante para a nossa vida: Precisamos aprender a controlar melhor o nosso tempo gasto com essas duas atitudes inerentes da nossa natureza: ouvir a falar.

A fé verdadeira e a fé falsa - Referência: Tiago 2.1-26

INTRODUÇÃO
1. Tiago capítulo 2 é um dos textos mais importantes da Bíblia. Muitos estudiosos da Bíblia não conseguiram entendê-lo. Lutero pensou que Tiago estivesse contradizendo Paulo (Rm 3:28 – Tg 2:24; Rm 4:2-3 – Tg 2:21). Logo, Lutero chamou Tiago de carta de palha.
2. Mas será que Tiago está contrazendo Paulo? Absolutamente não. Paulo falou que a causa da salvação é a justificação pela fé somente. Tiago diz que a evidência da salvação são as obras da fé. Paulo olha para a causa fala da fé. Tiago olha para a consequência e fala das obras. Paulo deixa isso claro em Efésios 2:8-10.

Como saber que a minha religião é verdadeira - Referência: Tiago 1.19-27

INTRODUÇÃO
1. A ênfase neste parágrafo é sobre o auto-engano (1:22,26). Se um crente é enganado porque o diabo o engana é uma coisa, mas se ele peca porque engana-se a si mesmo, é uma coisa muito mais séria.
2. Muitas pessoas estão pensando que estão salvas e ainda não estão (Mt 7:22-23).
3. Muitas pessoas pensam que são espirituais e não são (Ap 3:17).
4. A verdadeira religião está centrada na Palavra de Deus. Quais são as evidências de um crente verdadeiro?

sábado, 19 de julho de 2014

Lição 4 – Gerados pela Palavra da Verdade

Gerados pela Palavra da Verdade - Silas Daniel - A Epístola de Tiago apresenta, ainda nos primeiros versículos do seu primeiro capítulo, outros importantes temas. Um deles consiste em um esclarecimento sobre a forma como o cristão deve encarar a pobreza e a riqueza. Essas condições sociais são enfatizadas pelo apóstolo como circunstâncias transitórias da vida, como situações passageiras, porquanto terrenas, e também como conjunturas em meio às quais o cristão deve aprender a estar sempre satisfeito (Tg 1.9-11).

O cristão, a política e a corrida eleitoral

Após tratar da questão igreja e política do ponto de vista teológico, ainda que de forma superficial, repito mais uma vez, minha intenção nesta última postagem é apresentar alguns critérios a serem levados em conta pelos cristãos que se sentem vocacionados para a vida pública. Embora os princípios bíblicos valham para todas as funções, quero ater-me apenas às de cunho eletivo, isto é, àquelas que dependem do voto, pois este tem sido o ponto de tensão a cada período eleitoral.

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