quinta-feira, 19 de novembro de 2015

Lição 09. Bênção e Maldição na Família de Noé

I. A FAMÍLIA DE NOÉ - Já estabelecidos nas imediações do Ararate, Noé e sua família recebem do Senhor a incumbência de repovoar a Terra. E, assim, tem início um novo processo civilizatório. Daquele único clã, sairão as tribos, nações e povos que, espalhados pelos cinco continentes, hão de originar reinos e impérios. A tarefa será nada fácil. A ruptura cultural com o mundo de Lameque envidará muito trabalho. Por isso mesmo, os filhos de Noé empenhar-se-ão em recompor as ciências, engenhos e tecnologias de quase vinte séculos. Se algum esforço foi requerido de Adão, de Noé há de ser exigida redobrada pertinácia, para que a nova civilização finque suas raízes. Em meio a tantos afazeres e preocupações, eis que um incidente na família do patriarca cinde a humanidade ali representada. Tudo começou quando Noé retomou suas lides agrárias.


II. NO PRINCÍPIO, ERA A AGRICULTURA

Sem a agricultura, a civilização seria impossível. É o que nos ensina a História. Os povos que, hoje, nos encantam com o seu progresso e desenvolvimento são os que mais se entregaram ao amanho da terra. Os europeus, norte-americanos e japoneses são um exemplo clássico. O cultivo do sol o exigiu-lhes o domínio da meteorologia, da química, da metalurgia e de outras ciências fronteiriças. Quem lida com a plantação há de necessitar de enxadas e relhas, adubos e previsões do tempo. Concernente aos povos que se limitaram à caça e à coleta vegetariana, jazem tão primitivos quanto há dois mil anos.

1. Noé, o agricultor.

Já fora da arca e já estabelecido nas imediações de Sinear, passou Noé a trabalhar a terra, pois não desconhecia os benefícios da agricultura. Assim o autor sagrado descreve a fadiga do patriarca: “Sendo Noé lavrador, passou a plantar uma vinha” (Gn 9.20). O verbo hebraico natah não significa apenas plantar; seu significado tem sérias implicações civilizatórias: estabelecer, edificar e construir. Em sua essência, plantar é fazer cultura. Ciente da importância da agricultura, eis que Noé põe-se a trabalhar a terra. E, dessa forma, semeia uma nova civilização que, dentro em pouco, não terá apenas recuperado o que se havia perdido, mas se haverá surpreendentemente. Haja vista o que dirá o próprio Senhor quando da soberba de Babel : “Agora não haverá restrição para tudo que intentam fazer” (Gn 11.6). Noé volta à terra. Ele planta uma vinha e semeia uma civilização; seus filhos colherão reinos e impérios.

2. A vinha de Noé.

Pelo que depreendo das palavras de Jesus, a uva já era bastante cultivada no período pré-diluviano, pois os discípulos de Lameque entregavam-se à comida e à bebida. Vinhas e adegas

eram mui encontradiças naquel e tempo. Ninguém desconhecia o poder inebriante do fruto da vide.

Juntamente com a vinha, o patriarca constrói uma adega. E, com a ciência que trouxera da primeira

civil ização, põe-se a vinificar suas uvas. Desenvol vendo a enol ogia, produz a primeira safra de vinho da

segunda civil ização. De vinhateiro, faz-se vinicul tor. Mas essa sua faina trar-l he-ia constrangimento e

desintel igência ao l ar.

III. O BOM E VELHO VINHO DE SEMPRE

Se por um l ado, o vinho é o mais notório símbol o da al egria, por outro, é o embl ema mais

poderoso da intemperança. Quem a el e se entrega, por mais avisado e sábio, acaba comportando-se de

maneira inconveniente. Por isso, o rei Sal omão al erta-nos a tratá-l o com cuidado e dupl icada prudência.

Que o exempl o de Noé sirva-nos de al erta.

1. Um homem piedoso e íntegro. Na História Sagrada, foi Noé considerado um dos três varões

mais piedosos de todos os tempos (Ez 14.14). Pontificando-se ao l ado de Jó e Daniel , não soube, porém,

como se comportar diante do vinho. Para comemorar a primeira safra de sua vide, embebedou-se e pôs-se

nu na tenda patriarcal (Gn 9.21). Que escândal o! O homem que sobrevivera ao Dil úvio deixava-se, agora,

afogar numa taça de vinho. O patriarca, embriagando-se, desveste-se e cai num sono profundo. Sua

vinol ência chega a tal ponto que o l eva a perder a noção do certo e do errado. Por al gum tempo, faz-se

dissol uto. Por isso, recomenda-nos Paul o: “E não vos embriagueis com vinho, no qual há dissol ução,

mas enchei-vos do Espírito” (Ef 5.18).

2. Quando o vinho faz-se irresistível. Aconsel hando Timóteo a sel ecionar avisadamente os

obreiros, Paul o é incisivo: “Que o bispo sej a irrepreensível , esposo de uma só mul her, temperante,

sóbrio, modesto, hospital eiro, apto para ensinar; não dado ao vinho, não viol ento, porém cordato, inimigo de contendas, não avarento” (1 Tm 3,2,3).

O Senhor dera a vinha a Noé, mas Noé, imoderando-se, dera-se à vinha, entregando-se ao desprezo

doméstico.

Se um homem santo e piedoso como o patriarca não se houve com moderação ante o vinho,

sej amos precavidos. Doutra forma, corremos o risco de cometer até inimagináveis torpezas (Gn 19.31-38).

Quem não pode conter-se, abstenha-se. O ideal é agir como os recabitas que, ansiando por agradar a Deus,

evitavam o vinho (Jr 35.1-19). O patriarca não ignorava os efeitos da fermentação. Certamente vira el e, no

período antedil uviano, o que os seguidores de Lameque faziam sob o j ugo da bebida. Al ém de comer

imoderadamente, imoderadamente bebiam, dando-se a todos os excessos. Noé, embriagado, caiu num

pecado que, sóbrio, condenara.

3. A nudez de Noé. Dando-se ao vinho, Noé embriagase.

Perde a noção do certo e do errado. Ignora os l imites da

ética e do decoro mínimo. Agora, ei-l o irreconhecível em sua

tenda. Despe-se e deixa-se vencer pel a vinol ência. Al i estava um

dos três homens mais piedosos da História Sagrada exposto

diante da esposa, fil hos, noras e netos.

Vej amos como se comportavam Jó e Daniel citados por

Ezequiel j untamente com Noé. Pel o que nos rel ata o autor

sagrado, o patriarca de Uz, ao contrário dos fil hos, não se dava ao vinho. Quanto a Daniel , observamos

que, de fato, el e não compartil hava do vinho do rei. Mas, particul ar e reservadamente, bebia o seu vinho.

Num momento de ansiedade e interrogações, o profeta abstém-se das iguarias e bebidas: “Manj ar desej ável

não comi, nem carne, nem vinho entraram na minha boca, nem me ungi com ól eo al gum, até que

passaram as três semanas inteiras” (Dn 10.3).

Dos três varões mais piedosos da História Sagrada, observamos três diferentes posturas: duas

l ouváveis e uma condenável . Jó era abstêmio, e Daniel , moderado. Quanto a Noé, deixou-se dominar pel a

imoderação, trazendo escândal o ao l ar. Nos países mediterrâneos, onde o vinho fermenta a cul tura e o

cotidiano das gentes, a bebida é l arga e, às vezes, prodigamente consumida até por cristãos professos. Não

são poucos os servos de Deus que se permitem embriagar, comprometendo a saúde física e espiritual .

Enfermam o corpo e a al ma. Nossa piedade resiste ao orgul ho, à concupiscência e aos pecados mais

grosseiros. Todavia, é incapaz de resistir ao vinho. Na taça, fruto da vide; no estômago, reação química e

escândal o. Se imoderados, agiremos soberbamente, dar-nos-emos à l ascívia e agiremos como os mais

grosseiros e vul gares pecadores. Portanto, moderação e cuidado. Se você del e se abstiver, mel hor. Embora

todas as coisas sej am-nos l ícitas, nem todas convém-nos. Afinal , somos a comunidade ética e moral por

excel ência.

IV. A IRREVERÊNCIA DE CAM

Cam, o fil ho mais novo de Noé, representou à nova civil ização o que Caim, o fil ho mais vel ho de Adão, representara à antiga. De sua pouquíssima história, podemos extrair muita concl usão. Embora

sal vo do Dil úvio, não conseguira l ivrar-se dos pecados que ocasionaram a grande inundação. Na primeira

oportunidade, sua l oucura e irreverência vieram à tona, revel ando quem, de fato, era el e. Pel o j eito, em

nada diferia dos herdeiros espirituais de Lameque. Não fora seu pai, teria perecido nas águas da ira divina.

1. O desamor. Quem ama não é indecente. Mas discreto,

l hano, gentil . Se assim devemos portar-nos em rel ação aos

estranhos, o que não faremos concernente aos nossos pais? O

fil ho mais novo de Noé, conforme j á vimos, não se importava

com tais questões. Imbuído ainda do espírito da geração que

perecera no Dil úvio, estava sempre disposto a caçoar e

irreverenciar a todos, incl usive o próprio pai.

Ao deparar-se com o pai desnudo na tenda, Cam não se

conteve. Saiu a contar a todos o que presenciara. Chamou a atenção de Sem, Jafé, das cunhadas, fil hos e

sobrinhos. El e fez questão que todos vissem o homem mais piedoso da Terra numa situação acabrunhante

e vergonhosa. Já imaginou se todos tivessem acorrido à porta da tenda do vel ho patriarca para ver-l he o

opróbrio? Num único momento a humanidade teria se desencaminhado e, por certo, haveria de tornar-se

pior do que a geração prédil uviana.

Cam era desamoroso, debochado e insol ente. El e caricaturava tudo o que via.

2. A irreverência. No meio pentecostal , a irreverência não é vista como pecado. Brincamos com os

dons espirituais, imitamos as l ínguas estranhas e, de quando em quando, urdimos al gumas profecias e

visões. Ao que parece, o único pecado que l eva para o inferno é o que diz respeito à castidade. Desde que

não se adul tere, nem se prostitua, que o deboche sej a l iberado.

A Pal avra de Deus, porém, col oca a irreverência no mesmo patamar dos pecados grandes e temíveis.

Afirma Paul o que a Lei foi promul gada incl usive para castigar os irreverentes (1 Tm 1.9). O mesmo

apóstol o deixa cl aro que, nos úl timos dias, a fal ta de respeito surgirá como um dos mais fortes sinais da

chegada da apostasia final .

Por conseguinte, o pecado de Cam não era uma simpl es brincadeira. Levando-se em conta que Noé

representava a Deus naquel e momento, a irreverência camita avul tava-se como gravíssima bl asfêmia. Por

muito menos, o profeta El iseu amal diçoou uns garotos (2 Rs 2.23). Narra o autor sagrado que o profeta

os desventurou, e, na mesma hora, apareceram duas ursas que despedaçaram 42 daquel es meninos.

Noutras pal avras, o pecado de Cam era tão grave, que poderia ser punido com a morte. Sua transgressão

constituiu-se na primeira apostasia da segunda civil ização.

V. O JUÍZO SOBRE CANAÃ

Segundo a doutrina da responsabil idade pessoal , os fil hos não serão castigados pel as transgressões

dos pais, nem os pais serão penal izados pel as iniquidades dos fil hos. A sentença divina não isenta o transgressor nem o iníquo: a al ma que pecar esta morrerá. Mas no caso específico de Cam, parece que há

uma exceção a essa regra. No entanto, como veremos, a j ustiça divina foi perfeita no castigo imposto a

Canaã, fil ho de Cam.

1. A apostasia de Cam. Conforme j á vimos, tudo começou com a irreverência de Cam que, ao ver

a nudez do pai, não somente contempl ou-a, mas a expôs a toda a famíl ia. A reverência fez-se grave

apostasia, l evando a iniquidade e o pecado à nova civil ização. Mas, mercê de Deus, a transgressão não se

general izou. Pel o contexto da narrativa bíbl ica, constatamos que Canaã, fil ho de Cam, não somente caiu

no mesmo erro do pai, como veio a superá-l o.

Portanto, Noé não foi respeitado nem pel o fil ho, nem pel o neto; ambos fizeram-se igual mente

réprobos. Quanto aos outros fil hos de Cam, não tomaram parte naquel e pecado. Por isso, não foram

penal izados.

2. A sedição de Canaã. O que era irreverência em Cam fez-se apostasia e sedição em Canaã. Não

fal tou muito para que a segunda civil ização, ainda no nascedouro, viesse a se corromper. Se l ermos os

capítul os 10 e 11 de Gênesis com atenção e cuidado, verificaremos que a rebel ião de Canaã não se deteve

com a reprimenda de Noé. Mais adiante, constataremos que el a foi crescendo até al cançar todos os

caimitas, num primeiro momento, e, num segundo, as demais famíl ias de Noé. E, assim, os fil hos do

patriarca irmanaram-se contra o Senhor, no episódio da Torre de Babel . Por isso, a j ustiça divina recaiu

pesadamente sobre Canaã e seus descendentes.

3. A maldição de Canaã. Entre as mitol ogias hermenêuticas, há uma que vem causando mal -estar

devido à sua conotação racista. Há gente que ainda acha que a mal dição que Deus impôs a Cam foi a cor

que, hoj e, caracteriza os povos subsaarianos. Na verdade, o Senhor não castigou todos os camitas, mas

apenas Canaã que, ao contrário de seus irmãos e primos, pôs-se a debochar da nudez do avô.

Sua mal dição consistiu na perda de suas terras aos fil hos de Abraão, o mais il ustre representante de

Sem depois de Jesus Cristo. Eis o que decreta Noé: “Mal dito sej a Canaã; sej a servo dos servos a seus

irmãos. E aj untou: Bendito sej a o SENHOR, Deus de Sem; e Canaã l he sej a servo. Engrandeça Deus a

Jafé, e habite el e nas tendas de Sem; e Canaã l he sej a servo” (Gn 9.25-27).

Os descendentes de Canaã vieram a habitar as terras que, hoj e, pertencem ao Estado de Israel . Al i,

começaram a deteriorar-se de tal maneira, que o seu modo de vida passou a ser sinônimo de pecado e

abominação. A sociedade cananeia tornou-se irrecuperável ; depravara-se essencial e total mente. Não havia

entre os descendentes de Canaã pensadores, fil ósofos ou sábios, mas sacerdotes ávidos por sacrifícios

infantis. Por esse motivo, o Senhor removeu, daquel as terras boas e ampl as, os descendentes de Canaã, até

que viessem a desaparecer como nação.

Se do Senhor é a Terra e a sua pl enitude, concl ui-se que El e a dá a quem l he aprouver, e, del a,

desal oj a os povos segundo o seu querer e j ustiça. Por isso, houve por bem desal oj ar os cananeus daquel a

boa terra, para dar-l ha aos hebreus. Não somente a História, mas a própria Geografia, acham-se sob o

absol uto control e de Deus. Eis porque o Senhor entrega o território cananeu a Israel . Aquel as terras,

portanto, são propriedade dos fil hos de Abraão. VI. O DESTINO DOS CAMITAS

Se Deus o quisesse, poderia ter amal diçoado todos os cl ãs provenientes do caçul a de Noé. Mas,

castigando Cam, amal diçoou a seu fil ho, Canaã, que, à sua semel hança, era também irreverente,

debochado e sedicioso. Quanto aos outros fil hos de Cam, imigraram à África, ao Oriente Médio e,

segundo é-nos possível depreender l inguisticamente, até mesmo ao Extremo Oriente.

1. Os camitas da África. Segundo a geneal ogia de Gênesis 10, estes são os fil hos de Cam: Cuxe,

Mizraim, Pute e Canaã. Os três primeiros, j á em sol o africano, dão origem a poderosos reinos e

impérios. De Cuxe, veio a Etiópia, cuj o poderio mil itar amedrontava povos e nações. Vamos encontrá-l os

no Novo Testamento, na figura daquel e oficial de Candace, rainha dos etíopes. Mizraim foi o pai dos

egípcios que, na História Sagrada, detinha a hegemonia na região do Oriente Médio. Quanto a Pute, é o

patriarca que deu origem à Líbia que, nos tempos bíbl icos, era uma potência não desprezível .

Canaã, o caçul a de Cam, seguiu o caminho do pai. E, hoj e, j á não há indícios de sua civil ização, a

não ser as informações da Bíbl ia Sagrada.

2. Os camitas da África e os hebreus. Foi numa nação camita que os fil hos de Israel abrigaram-se

até que tivessem condições de assumir o control e das terras que o Senhor prometera a Abraão. No Egito,

os hebreus peregrinaram por 430 anos. De início, o rel acionamento entre semitas e camitas, em sol o

egípcio, foi amistoso e mui produtivo. José, fil ho de Jacó, assumiu o governo egípcio e, dessa forma,

preservou a progênie hebreia num momento de dificul dade e fome.

Passados quatro sécul os, porém, eis que um Faraó, que

não conhecia a José, passou a oprimir os hebreus. Sua intenção

era destruir a nação que, embora escol hida por Deus, ainda não

havia assumido a sua identidade profética e sacerdotal . Por essa

razão, interveio o Senhor com mão poderosa, a fim de arrancar

Israel do Egito.

Na verdade, o Senhor castigou severamente o Egito, mas

não o destruiu, porque tinha, e ainda tem, grandes promessas a

essa nação camita. Os israel itas, por exempl o, eram exortados a não mal tratar os egípcios, pois em sua

terra peregrinaram (Dt 23.7). Nos úl timos dias, o Egito terá um l ugar especial no pl ano divino, e estará

rel acionado estreitamente com o povo de Israel (Is 19.21-25).

O interessante é que Israel abrigou-se entre um povo camita até que tivesse condições de apossar-se

do território de outro camita que, segundo a promessa divina, cabia-l he como hebrança. Mas qual a

diferença entre o Egito e Canaã. Os cananeus, devido à sua depl orável idol atria, j amais produziram

moral istas ou reformadores sociais, ao passo que entre os egípcios, os sábios eram comuns, conforme

observamos nesta passagem do l ivro dos Reis: “Era a sabedoria de Sal omão maior do que a de todos os

do Oriente e do que toda a sabedoria dos egípcios” (1 Rs 4.30). Vê-se, pois, que o saber dos egícpios era

proverbial e l endário. Quanto aos cananeus, eram tidos como grandes pecadores. Haj a vista que os

sodomitas e gomorritas provinham de cl ãs cananeus.

CONCLUSÃO

Sem e Jafé, ao contrário de Cam, não escarneceram da

embriaguez de Noé. Mas, reverentemente, cobriram a nudez do

pai, impedindo que o incidente l evasse a sua famíl ia a um

escândal o ainda maior. Se agirmos assim, evitaremos fal atórios,

mal edicências e sedições na famíl ia de Deus. Por isso, foram

el es abençoados de uma forma pecul iar. O primeiro tornou-se

num dos principais ascendentes l egais de Jesus Cristo. Quanto

a Jafé, pai dos europeus, aj udou a propagar a mensagem do

Evangel ho até aos confins da Terra.

Portanto, não exponhamos as fal tas de nossos irmãos.

Mas, discreta e amorosamente, aj udamo-l os a se reerguerem. Afinal , todos podemos cair em muitas fal tas

e tentações. Se quisermos, pois, ser tratados com amor e consideração, usemos de iguais medidas.
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