Cuidado com a bênção “bichada” dos sacerdotes

Da Palavra Bênção. Sua origem como substantivo, aparece, pela primeira vez, em Gênesis 12.2-b: “Sê tu uma bênção” (וֶהְיֵה בְּרָכָה – ‘vê hiê braHáh’). Como verbo abençoar, aparece pela primeira vez, em Gênesis 1.22: ‘Va-ievaRêrh’(וַיְבָרֶךְ) – “E abençoou”. Os hebraístas de primeira grandeza, como Gesenius, J.Strong, Schökel e Berezin, falam sobre (בְּרָכָה – BraHáh), como: promessa, presente, dádiva, regalo, obséquio, favor de Deus, sucesso, paz, dom, êxito, sorte, gratidão.

Da Bênção Sacerdotal (Números 6.23-27). Sim, a Bênção Aaraônica é uma das mais lindas da Bíblia. A família sacerdotal passa a ter o modelo, e um padrão único de abençoar os filhos de Israel, no sentido de por a força e a riqueza do nome de Yawéh sobre todos os israelitas (v.27). E assim começava com bênção e proteção: יְבָרֶכְךָ יְהוָה וְיִשְׁמְרֶךָ (Ieva’reHá Ieováh Vê-ishme’reHá”: O Senhor te abençoe e te guarde! Os Sacerdotes tinham que abençoar o povo em o nome do Eterno, o nome especial já indicado em Êxodo 3.14 (יְהוָה) – Yawé, que Ele mesmo observou em Êxodo 6.3, que o seu amigo Abraão não O conheceu bem, a não ser por ‘El-Shadai’ (אֵל שַׁדָּי). É forte, Brasil!

“A Ideia do Sorriso de Deus”. Aqui, cito uma “pepita de ouro”, de “O Novo Comentário Bíblico – A.T., da Central Gospel, pág 273: Números 6.26 – “A expressão sobre ti levante o seu rosto passa a ideia do sorriso de Deus. Quando uma pessoa participava de uma audiência na antiga corte do Oriente Médio, o monarca sequer olhava na direção do indivíduo em questão. Ou melhor, o soberano até poderia fitar o requerente, mas sempre com uma expressão de ira. Que agradável seria, entretanto, se o superior olhasse com satisfação para aquele que se aproximava de seu trono. Assim, era uma coisa maravilhosa poder constatar que o monarca que lhes sorria era ninguém menos que o Rei dos reis, o Senhor dos senhores. E Ele ainda lhes dava a Sua paz!”

Quando há perigo na bênção do sacerdote? Trata-se do risco da bênção do sacerdote não estar de acordo com os princípios gerais da Bíblia, o conhecido “Manual do Fabricante”: Deus!

“Amaldiçoarei as vossas bênçãos”. Deus adverte aos sacerdotes: “ Se o não ouvirdes e se não propuserdes no vosso coração dar honra ao meu nome, diz o Senhor dos Exércitos, enviarei a maldição contra vós e amaldiçoarei as vossas bênçãos; e já as tenho amaldiçoado, porque vós não pondes isso no coração.” (Profeta Malaquias 2.2).

“Dar honra ao meu Nome”. Atos 12 registra o fato de um homem importante que não deu glória a Deus e foi comido pelos vermes. O sacerdote, o homem de Deus, sobretudo, deve honrar e dar glória somente a Deus, submetendo-se à Sua soberania, reconhecendo sua total dependência em Deus, e não fazer média com os seus ministrados. Registra o livro de Jeremias, cap 37.17, que o então poderoso rei Zedequias queria uma palavra abençoadora por parte do profeta Jeremias, entretanto, ele foi contundente: “Na mão do rei da Babilônia serás entregue”.

Sacerdotes inconsequentes: Eles tornam as bênçãos em maldição! E muitos andam até pelo mundo a fora, e não proclamam a bênção do arrependimento proclamado por João, o Batista (Mateus 3.1-11), a bênção do novo nascimento anunciado por Jesus (João 3), e a certeza do nome escrito no Livro da Vida (Lucas 10.20). Andam “distribuindo bênçãos”, em seus nomes ou em nome de outros, e não “no Nome que está acima de todo o nome”, JESUS! Cf. Filipenses 2.9-11.

Alguns Exemplos de “Bênçãos Históricas” (Livreto sobre o Vaticano…..)

Bispo Agnaldo Sacramento

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