O SUPREMO PROPÓSITO DA VIDA

Por que existimos? Com que finalidade Deus nos criou? Qual é a nossa principal missão neste mundo? Qual é o supremo propósito da nossa vida? Muitos, não sabem donde vieram, quem são, porque estão aqui nem para onde vão. Outros, crêem que vieram a este mundo pagar ou expiar os erros cometidos em outras vidas. Há aqueles, que pensam que o propósito da vida é o prazer. Não poucos, fazem da luta para se enriquecer o sentido do existir. Também há aqueles, que buscam com todas as forças da alma o conhecimento, o poder, o sucesso, a fama, o reconhecimento, querem notoriedade. Mas, também, há um séqüito numeroso daqueles que nunca encontraram um sentido para a vida.

Afinal, a vida tem um propósito? Qual é o fim principal do homem? Afirmamos categórica e insofismavelmente que o supremo propósito da nossa vida é glorificar a Deus. Nossa missão principal não é fazer a obra de Deus, mas conhecer, amar e ter comunhão com o Deus da obra. Serviço nunca pode ocupar o lugar da adoração. O serviço só tem sentido quando ele é resultado da adoração, quando a sua finalidade é para a glorificação do nome de Deus. Precisamos vigiar as nossas motivações. Podemos correr o risco do irmão do filho pródigo, trabalhar na casa do pai, sem conhecer o pai, sem desfrutar da intimidade do pai e sem usufruir as riquezas do pai. Quando Jesus chamou os seus discípulos, enfatizou que a maior prioridade deles não era pregar ou expulsar demônios, mas estar com ele. O Deus da obra é mais importante que a obra de Deus. Quando o nosso coração está apegado ao Senhor, quando ele é o deleite da nossa alma, quando temos alegria na sua intimidade, temos então prazer em obedecê-lo.

O serviço que vai transcender ao tempo e à história e vai perpetuar-se na eternidade é a adoração. Nosso trabalho no céu vai ser adoração. Nossa prioridade na terra também é a adoração. Devemos fazer tudo para a glória de Deus. Quem não tem prazer de adorar a Deus agora, terá ambiente no céu? O culto que prestamos a Deus é uma antecipação da glória, deve ser uma ante-sala do céu. Devemos, portanto, adorar a Deus com alegria, em espírito e em verdade. Devemos amar os átrios do Senhor. Devemos ter saudade dos altares do nosso Deus. Devemos nos alegrar em vir à casa de Deus. Devemos ser zelosos, assíduos e pontuais no culto que prestamos a Deus. A Bíblia diz que maldito é aquele que fizer a obra do Senhor relaxadamente. Deus merece o melhor. Ele merece o nosso coração, todo o nosso amor, o melhor do nosso tempo, a nossa vida incondicional no seu altar. Deus merece o nosso culto, a nossa adoração, pois esta é a finalidade suprema da nossa vida.

Rev. Hernandes Dias Lopes.

ATÉ AOS CONFINS DA TERRA

“Mas recebereis poder ao descer sobre vós o Espírito Santo, e sereis minhas testemunhas tanto em Jerusalém, como em toda a Judéia e Samaria e até aos confins da terra”.

O Senhor Jesus, após sua ressurreição e antes de sua ascensão, abordou dois assuntos principais com seus discípulos: O reino de Deus e o Espírito de Deus. Diante do exposto nestes temas, não é tão absurda a pergunta dos discípulos em Atos 1.6. Pois se o Espírito prometido estava por vir, isso não indicaria que seu reino, também estaria chegando?

Segundo John Stott, “o erro que cometeram foi confundir a natureza do reino e a relação entre o reino e o Espírito”. Os discípulos, certamente imaginaram um reino na perspectiva terreal, política e social. Um reino com implicações imediatas e territoriais dinamizado por uma força celestial provinda do Pai – o Espírito Santo. Porém, estavam bem enganados. Stott destaca três questões que eles precisavam inicialmente entender:

a. O reino é espiritual quanto ao seu caráter.

Reino está associado a território, a geografia a mapa. Mas com o reino de Deus não seria assim. O reino de Deus não é um conceito territorial no sentido geográfico e político de visibilidade (Lucas 17.20-21). Os seus discípulos receberiam poder, mas o poder no reino de Deus é diferente do poder dos reinos humanos. A referência ao Espírito Santo define o caráter deste poder: ele é espiritual e divinal. Stott declara: “Este reino é aumentado por testemunhas, soldados, através de uma mensagem de paz, e não uma declaração de guerra, e pela atuação do Espírito, não pela força de armas, intriga política ou violência revolucionária”. Assim, o reino se estabeleceria a partir do exercício da fé e da dependência do poder do Espírito de Deus.

b. O reino é internacional quanto aos seus membros.

A visão dos apóstolos apontava para a restauração do reino a Israel. Que visão pequena, limitada para as coisas de Deus. Uma visão nacionalista e sectária. A resposta de Jesus aponta para uma amplificação do horizonte. O testemunho teria inicio em Jerusalém, onde o Senhor foi crucificado. Mas logo este testemunho se dirigiria as regiões vizinhas da Judéia e penetraria até mesmo nos territórios desprezados de Samaria. Na seqüência, o Evangelho irradiaria para todos os cantos do mundo alcançando pessoas de todas as tribos, povos e raças (Apocalipse 7.9-12).A proposta deste reino não poderia ser reduzida a limitação territorial e nacionalista de Israel!

c. O reino é gradual quanto à sua expansão.

Alguns afirmam que Atos 1.8 é uma espécie de índice de todo o livro. Os capítulos 1-7 tratam dos feitos em Jerusalém; o capítulo 8 menciona os discípulos na Judéia, e relata a chegada de Felipe a Samaria. Do capítulo 9 em diante vemos com Paulo o Evangelho atravessar a Ásia e chegar a Roma! O que é interessante em tudo isso é a maneira gradual com que o Evangelho se esparramou. Até mesmo, quando a Igreja se acomodou em Jerusalém, diante dos bons resultados ali obtidos, o Senhor levantou uma perseguição para que ela cumprisse sua missão de levar o Evangelho até aos confins do mundo!

Indagações:

1. Assim como os discípulos tiveram uma visão errada do reino e da missão; o que hoje nos atrapalha no cumprimento desta comissão ?

2. Uma igreja local sem visão trans-cultural é deficiente em seu chamado missionário ?

3. Se não posso ir aos confins da terra, como posso colaborar neste desafio ?


Rev. Carlos Orlandi Jr

DIAS MAUS

“Portanto, tomai toda armadura de Deus, para que possais resistir no dia mau e, depois de terdes vencido tudo, permanecer inabaláveis” (Efésios 6.13).

Muitas vezes não nos apercebemos, mas a vida tem reservado alguns dias que a Bíblia chama de dias maus! O sábio em Eclesiastes lembra: “Ainda que o homem viva muitos anos, regozije-se em todos eles; contudo, deve lembrar-se de que há dias de trevas, porque são muitos... Lembra-te do teu Criador nos dias da tua mocidade, antes que venham os maus dias”...

Paulo diz que não há como fugir destes dias. Eles acontecem, aparecem, sobrevêm sem mandar aviso. Todavia, se fugir não é possível, Paulo diz que existe um outro modo de fazer frente aos dias maus:

- Resitir. Em meio a estes dias maus temos a impressão que não agüentaremos enfrentá-lo. Que são pesados demais para os suportarmos. Paulo escrevendo aos Coríntios disse: “Porque não queremos, irmãos, que ignoreis a natureza da tribulação que nos sobreveio na Ásia, porquanto foi acima de nossas forças, a ponto de desesperarmos até da própria vida”.

Todavia, este mesmo Paulo diz que revestidos com a armadura de Deus é possível resistir ao dia mau, sobrepujar estes tempos adversos e atravessar para o outro lado da tempestade.

- Um outro fator que Paulo menciona relacionado ao dia mau, é que não apenas podemos suportar, mas podemos também, vencer: “Depois de terdes vencido tudo”. No instante que nos apercebemos que estamos no bico do corvo, ou como na foto – no bico da garça, imaginamos que se sairmos vivos desta já será uma grande vantagem. Mas Paulo diz que a resistência traz a vitória! Seja a situação que for, fique firme. Não esmoreça, não desanime!

- Por fim, ele nos lembra de um outro aspecto importante: permanecer inabalável! Os dias adversos, se resistidos e vencidos em nossa caminhada cristã, eles nos tornam mais fortes. Assim como uma tempestade que varre a floresta e derruba inúmeras árvores, as que permanecem, ficam mais fortes; assim sucede com o povo de Deus: permanecem inabaláveis!

Em tempos de dias maus, revista-se com a armadura de Deus e resista até a hora da vitória!

Pastor Carlos Orlandi

O CAMINHO DA SOBRIEDADE, JUSTIÇA E DEVOÇÃO

“Porque a graça de Deus se manifestou para todos os homens. Ela nos ensina a renunciar à impiedade e às paixões mundanas e a viver de maneira sensata, justa e piedosa nesta era presente, enquanto aguardamos a bendita esperança: a gloriosa manifestação de nosso grande Deus e salvador, Jesus Cristo, que se entregou por nós a fim de nos remir de toda maldade e purificar para si mesmo um povo particularmente seu, dedicado à prática de boas obras” (Tito 2.11-14).

O apóstolo Paulo, neste texto, nos dá um breve sumário de uma vida bem regrada. Paulo declara que necessitamos da graça de Deus com estímulo para nossas vidas, porém, para chegarmos a uma verdadeira adoração, devemos nos despojar dos seguintes obstáculos: primeiro,a falta de devoção à qual estamos fortemente inclinados, como também da concupiscência da carne que nos angustia e nos aflige.

A falta de piedade e devoção não só dá lugar às superstições como a tudo aquilo que impede o santo temor de Deus. As concupiscências mundanas representam ou simbolizam as afecções carnais.

Paulo nos exorta a deixarmos de lado nossos desejos anteriores, os quais estão em conflito permanente com as duas tábuas da lei, e que renunciemos a todos os ditados de nossa própria razão e vontade.

O apóstolo resume todas as ações da nova vida em três grupos: sobriedade, justiça e piedade. Indubitavelmente a sobriedade significa castidade e temperança como também o uso puro e frugal das bênçãos temporais, incluindo a paciência na pobreza.

A retidão inclui todos os deveres da justiça, de modo que cada homem receba o que lhe é devido. E a piedade nos separa da contaminação do mundo e, por meio da verdadeira santidade, nos une a Deus.

Quando as virtudes da sobriedade, justiça e piedade estão firmemente unidas, produzem uma absoluta perfeição. nada é mais difícil do que deixar de lado os pensamentos carnais, submeter e renunciar a nossos falsos apetites, e consagrarmo-nos a Deus e a nossos irmãos, vivendo assim uma vida de anjos num mundo de corrupção...


João Calvino

(Extraído do livro: A Verdadeira Vida Cristã, Editora Novo Século, págs. 32,33)

A HISTÓRIA DO VCC

Conta-se que certo caipira estava no seu trabalho rotineiro, num canavial, quando, de repente, olhou para o céu e viu escrito entre as nuvens as letras VCC. Muito religioso, o caipira julgou que aquelas letras significavam: "VAI CRISTO CHAMA". Fiel à visão correu ao pastor de sua Igreja e contou-lhe o ocorrido, concluindo que gostaria de devotar o restante de sua vida à pregação do
evangelho. O pastor, surpreso diante do relato, disse:
- Mas para pregar o evangelho, é preciso conhecer a Bíblia. Você conhece a Bíblia o bastante para sair pelo mundo pregando a sua mensagem?
- Claro que sim! - Disse o homem.
- E qual é à parte da Bíblia que você mais gosta e conhece?
- As parábolas de Jesus, principalmente a do bom samaritano.
- Então, conte-a! - Pede o pastor, querendo conhecer o grau de conhecimento bíblico do futuro pregador do evangelho. O caipira começa a falar:
- Descia um homem de Jerusalém para Jericó, e caiu entre os salteadores. E ele lhes disse: Varões irmãos, escutai-me: Não tenho prata nem ouro, mas o que tenho, isso te dou. E entregou-lhes os seus bens, e a um deu cinco talentos, e a outro, dois, e a outro, um, a cada um segundo a sua capacidade. E partindo dali foi conduzido pelo Espírito ao deserto, e tendo jejuado quarenta dias e quarenta noites, teve fome, e os corvos alimento lhe traziam, pois alimentava-se de gafanhoto e mel silvestre. E sucedeu que indo ele andando, eis que um carro de fogo o ocultou da vista de todos. A rainha de Sabá viu isso e disse: "Não me contaram nem a metade". Depois disso, ele foi até a casa de Jezabel, a mãe dos filhos de Zebedeu, e disse: "Tiveste cinco maridos, e o homem que agora tens, não é teu marido". E olhando ao longe, viu a
Zaqueu pendurado pelos cabelos numa árvore e disse: 'Desce daí, pois hoje almoçarei na tua casa'. Veio Dalila e cortou- lhe os cabelos, e os restos que sobraram foram doze cestos cheios para alimentar a multidão. Portanto, não andeis inquietos dizendo: 'Que comeremos?', pois o vosso Pai celestial sabe que necessitais de todas essas coisas. E todos os que o ouviram se admiraram da sua doutrina." O caipira, entusiasmado, olhou para o pastor e perguntou:
- E então, estou pronto para pregar o evangelho?
- Olha, meu filho - disse o pastor - eu acho que aquelas letras no céu não significavam: "Vai Cristo Chama". Antes, deveriam ser lidas: "VAI CORTAR CANA". Moral da Historia: Um conhecimento superficial da Bíblia pode causar muita confusão.

Fonte: Jornal O Profeta

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