segunda-feira, 27 de junho de 2011

Vede como ouvis!

Vede como ouvis!

por John Piper
02 de março de 1998
Dez preparações práticas para ouvir a Palavra de Deus na manhã de domingo
1. Ore para que Deus te dê um coração bom e honesto.
O coração que precisamos é uma obra de Deus. É por isso que oramos por ele. Ezequiel 36.26, “E dar-vos-ei um coração novo”. Jeremias 24.7, “E dar-lhes-ei coração para que me conheçam”. Oremos, “ó Senhor, dá-me um coração voltado para ti. Dá-me um coração bom e honesto. Dá-me um coração compassivo e receptivo. Dá-me um coração manso e humilde. Dá-me um coração frutífero.
2. Medite na Palavra de Deus.
Salmo 34.8, “Provai, e vede que o SENHOR é bom”. No sábado à noite, leia algumas porções deliciosas de sua Bíblia, a fim de atiçar a sua fome por Deus. Esse é o aperitivo para a refeição da manhã de domingo.
3. Purifique a sua mente afastando-se do entretenimento mundano.
Tiago 1.21, “Por isso, rejeitando toda a imundícia e superfluidade de malícia, recebei com mansidão a palavra em vós enxertada, a qual pode salvar as vossas almas”. Espanta-me quantos cristãos assistem aos mesmos programas de TV banais, vazios, bobos, excitantes, triviais, insinuantes e imodestos que os incrédulos assistem. Isso nos torna pequenos, fracos, mundanos e falsos na adoração. Em vez disso, desligue a televisão no sábado à noite e leia algo verdadeiro, belo, puro, honrável, excelente e digno de louvor (Filipenses 4.8). Seu coração será renovado e capaz de sentir a grandeza de Deus novamente.
4. Confie na verdade que você já tem.
Aquele que ouve a palavra de Deus e fracassa durante a provação não tem raiz (Lucas 8.13). Qual é a raiz que precisamos? A confiança. Jeremias 17.7-8 diz, “Bendito o homem que confia no SENHOR, e cuja confiança é o SENHOR. Porque será como a árvore plantada junto às águas, que estende as suas raízes para o ribeiro”. Confiar na verdade que você já tem é a melhor forma de se prepara para receber mais.
5. Descanse o suficiente na noite de sábado para estar alerta e esperançoso na manhã de domingo.
1 Coríntios 6.12, “Todas as coisas me são lícitas, mas eu não me deixarei dominar por nenhuma”. Não estou criando uma lei aqui. Estou apenas dizendo que existem certas noites de sábado que arruínam a adoração da manhã de domingo. Não seja escravizado por elas! Sem dormir o suficiente, nossas mentes ficam torpes, nossas emoções rasas, nossa tendência à depressão mais elevada, e nossos pavios mais curtos. Meu conselho: decida a que horas levantará no domingo a fim de ter tempo para comer, vestir-se, orar e meditar na Palavra, preparar a família e chegar à igreja; e então, subtraia 8 horas desse horário e assegure-se de estar na cama 15 minutos antes. Leia a sua Bíblia na cama e adormeça com a Palavra de Deus em sua mente. Exorto particularmente os pais a ensinar aos adolescentes que sábado NÃO é a noite para ficar fora até tarde com os nossos amigos. Se houver uma noite especial até tarde, que seja sexta-feira. É uma coisa terrível ensinar às crianças que a adoração é tão opcional que não importa se você está exaurido quando chegar para adorar a Deus.
6. Refreie-se de criar outra manhã de domingo com lamentos e críticas.
Salmo 106.25, “Antes murmuraram nas suas tendas, e não deram ouvidos à voz do SENHOR”. Resmungos, controvérsias e brigas na manhã de domingo podem arruinar o culto para a família. Quando há algo sobre o que você está irado ou algum conflito que você genuinamente pense que precisa ser comentado, refreie-se. Claro, se você é claramente o problema e precisa se desculpar, faça isso o mais rápido possível (Mateus 5.23-24). Mas se você está furioso por causa de algum erro das crianças ou do cônjuge, refreie-se, isto é, seja tardio para se irar e pronto para ouvir (Tiago 1.19). Em oração, abra-se para que Deus exponha a trave nos seus olhos. Pode ser que todos vocês sejam humilhados e corrigidos, e nenhum conflito seja necessário.
7. Seja manso e ensinável quando chegar.
Tiago 1.21, “Recebei com mansidão a palavra em vós enxertada, a qual pode salvar as vossas almas”. Ser manso e ser ensinável não é ser ingênuo. Você tem a sua Bíblia e tem o seu cérebro. Use-os. Mas se chegamos irritados e com suspeita da pregação semana após semana, não ouviremos a Palavra de Deus. Mansidão é uma abertura humilde à verdade de Deus, com o desejo de ser transformado por ela.
8. Aquiete-se ao entrar na igreja e foque a atenção da sua mente e a afeição do seu coração em Deus.
Salmo 43.10, “Aquietai-vos, e sabei que eu sou Deus”. Ao entrarmos no santuário, “iniciemos a busca por Deus e deixemos a busca por pessoas”. Achegue-se com uma paixão silenciosa de buscar Deus e o seu poder. Não seremos uma igreja hostil se formos agressivos em nossa busca por Deus durante o prelúdio e agressivos em nossa busca de visitantes durante o poslúdio.
9. Pense seriamente sobre o que é cantado, orado e pregado.
1 Coríntios 14.20, “Irmãos, não sejais meninos no entendimento, mas sede meninos na malícia, e adultos no entendimento. Assim, Paulo diz a Timóteo”, “Que aprendem sempre, e nunca podem chegar ao conhecimento da verdade” (2 Timóteo 2.7). Tudo que seja digno de ouvir, é digno de ser falado. Se você presta atenção a como ouve, pense sobre o que você ouve.
10. Deseje a verdade da Palavra de Deus mais do que deseja riquezas ou comidas.
1 Pedro 2.2, “Desejai afetuosamente, como meninos novamente nascidos, o leite racional, não falsificado, para que por ele vades crescendo”. Ao assentar-se quietamente, orando e meditando no texto e nos cânticos, lembre-se do que o Salmo 19.10-11 diz sobre a Palavra de Deus: “Mais desejáveis são do que o ouro, sim, do que muito ouro fino; e mais doces do que o mel e o licor dos favos”.
Pastor John
Tradução: Felipe Sabino de Araújo Neto – junho/2011

Orando os 6 “D’s”

Orando os 6 “D’s”

por Jon Bloom
Há alguns anos escrevi sobre os 5 “D’s” pelos quais oro diariamente. Recentemente, adicionei um sexto: desespero. Preciso sentir continuamente minha necessidade desesperada por Deus.
Custe o que custar, Senhor, dai-me…
Deleite em ti como o maior tesouro do meu coração.
Deleita-te também no SENHOR, e ele te concederá o que deseja o teu coração. (Salmo 37.4, ARC)
Desejo de te conhecer, estar contigo, e buscar o teu reino acima de tudo o mais.
Agrada-te do SENHOR, e ele satisfará os desejos do teu coração. (Salmo 37.4, ARA)
Discernimento que vem de uma mente renovada, para que eu possa conhecer a tua vontade.
Mas o alimento sólido é para os adultos, para aqueles que, pela prática, têm as suas faculdades exercitadas para discernir não somente o bem, mas também o mal. (Hebreus 5.14)
Despero, pois quando deixo de sentir a minha necessidade de ti, eu tendo a perambular.
Antes de ser afligido, andava errado, mas agora guardo a tua palavra. (Salmo 119.67)
Disciplina para planejar aquilo que discirno ser a sua vontade.
Portanto, vede prudentemente como andais, não como néscios, e sim como sábios, remindo o tempo, porque os dias são maus. (Efésios 5.15-16)
Diligência para cumprir a tua vontade de todo o meu coração.
Amarás, pois, o SENHOR, teu Deus, de todo o teu coração, de toda a tua alma e de toda a tua força. (Deuteronômio 6.5)
Fonte: http://www.desiringgod.org/
Tradução: Felipe Sabino de Araújo Neto, agosto de 2010

terça-feira, 21 de junho de 2011

Juiz que cancelou união gay diz que STF 'ultrapassou limites'

O juiz Jeronymo Pedro Villas Boas, que cancelou na última sexta-feira (17) um dos primeiros contratos de união civil entre homossexuais do país, disse que não tomou a decisão por discriminação.

OAB repudia decisão de juiz que anulou união gay em Goiânia

Ele anulou o registro de união estável do jornalista Liorcino Mendes, 47, com o estudante Odílio Torres, 23. Foi o primeiro caso em Goiás após o Supremo Tribunal Federal reconhecer a união entre casais do mesmo sexo como entidade familiar.

Segundo Villas Boas, da 1º Vara da Fazenda Pública de Goiânia, a decisão do STF "ultrapassou os limites" e é "ilegítima e inconstitucional".

Ele argumentou que o direito à união homossexual "inexiste no sistema constitucional brasileiro". Ele afirmou que não quis confrontar o Supremo, mas "só seguir a Constituição".

O juiz afirmou ainda que defende que os homossexuais sejam livres para ter qualquer tipo de relação, mas "essas pessoas não podem querer a aceitação dos demais membros da sociedade como se fosse natural".

Sobre possíveis sanções por descumprir ordem do STF, ele disse que "um juiz não pode temer isso e tem que exercer suas decisões de forma independente".

Além de cancelar o registro do casal, o magistrado também determinou que os cartórios de Goiânia não realizem mais a união entre gays. Ele tomou a decisão de ofício, ou seja, sem ser questionado a respeito.

A conclusão do STF teve efeito vinculante, o que significa que deve ser seguida pelas instâncias inferiores --Villas Boas é juiz de primeira instância.

Mendes, que preside o grupo Articulação Brasileira de Gays, disse que a decisão do juiz é um desrespeito às regras do Estado democrático. "Vejo-me frustrado agora por desacreditar nas instituições. Pago imposto para pagar o salário de um juiz que me discrimina", disse.

Mendes afirmou que sua advogada vai recorrer ao Tribunal de Justiça de Goiás e protocolar uma reclamação no STF por Villas Boas ter descumprido a ordem da instância máxima do Judiciário.

Ontem (19), o presidente em exercício da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil), Miguel Cançado, divulgou nota repudiando a decisão judicial, que classificou como "um retrocesso moralista".




segunda-feira, 20 de junho de 2011

O Amor prostituído

Eu nem sou tão velho assim, mas posso dizer que “na minha época” as coisas eram bem diferentes. Ainda me lembro dos dias em que os melhores pastores não eram os que apareciam na televisão, nem os que vendiam discos, mas sim os que serviam a um grupo de pessoas com fidelidade. Muito parecido com um casamento, onde mesmo em dificuldades existe um compromisso com base no amor.

Mas o amor perdeu o significado, as prostitutas fazem amor com aquele que tem o dinheiro no momento. Amigos dizem: “eu te amo” como se estivessem dizendo: “boa tarde,” não é a toa que o amor se tornou uma palavra vazia em nossa sociedade.

O versículo mais conhecido da Bíblia começa com a seguinte declaração: “Deus amou ao mundo.” Ele não amou somente aos seus amigos, não amou somente aos ricos, não amou somente as pessoas bonitas, ele amou a todas as pessoas. O maior compromisso de amor assumido na historia da humanidade, foi de alguém que tinha tudo a oferecer para pessoas que não tinham nada para retribuir. A essência do amor pode ser resumido em: “dar a sua vida por uma outra pessoa.”

Parece que o Cristianismo atual de nada se assemelha a proposta feita por Jesus Cristo. O amor deixou de ser um compromisso de vida com o perdido e se tornou um palco aonde o amor se vende por um preço. O preço de um ingresso, de uma oferta sacrifical, de um contrato com gravadoras, ou de uma fatia de lucro em grandes congressos. Cada noite um novo êxtase, em um novo local, desde que o pagamento seja adiantado.

Não é a toa que hoje muitos lutam por um espaço no meio gospel, o sonho de se tornar o próximo ministro famoso. Para vender o amor, não é necessário um relacionamento, basta receber o dinheiro, subir no palco, terminar a performance e sair para a próxima programação, sem se lembrar do nome das pessoas que foram “amadas.”

O amor vendido não é um amor seguro, e quem recebe amor de pessoas doentes, pode sair com uma doença. E de tantas doenças espalhadas, creio que a pior seja o vírus da falta de um compromisso real: Com Deus, com sua igreja local, com sua família e com o seu próximo. Jesus nunca teve uma postura de rockstar, não buscou a fama, não procurou o palco. As pessoas seguiam a Jesus por que ele as amava individualmente, sem segundas intenções.

O fato de que Jesus preferia estar com os 12 discípulos do que estar com as grandes multidões, mostra que de fato havia algo divino dentro dele. Para que possamos ter esta mesma postura, precisamos de algo divino também. Por isto que o inicio de nosso ministério não deve ser nosso talento e nem a nossa personalidade, mas sim o nosso coração que ama, por que Ele nos amou primeiro. O amor deve ser puro, na forma de um compromisso, não o compromisso de um show, mas o compromisso de servir ao próximo a cada dia, transformando o mundo em um lugar melhor através do nosso estilo de vida que foi transformado por Deus.

sexta-feira, 17 de junho de 2011

ABERTURA DO CENTENÁRIO DA AD BELÉM



Foi apoteótico a abertura das comemorações do centenário, promovido pela igreja mãe em Belém do Para. O estádio do Mangueirão estava completamente lotado e muita gente não conseguir entrar. Uma festa digna do tamanho de nossa igreja.
O Pr. Samuel Câmara, presidente da igreja, deu a abertura do evento com a declaração: “nós somos a geração do centenário!”. O líder da igreja expressou a sua alegria por estar pastoreando a igreja-mãe da AD no Brasil.
Estiveram presentes o presidente da CGADB – Convenção Geral da Assembleia de Deus no Brasil pastor José Welington Bezerra da Costa e sua esposa Ir. Wanda Costa, além de vários membros da mesa diretora e presidentes de convenções, entre eles destacamos o presidente da CEADEB – Convenção Estadual das Assembleia de Deus na Bahia, pastor Valdomiro Pereira da Silva.
Nosso blog em matérias anteriores publicou em primeira mão que contaríamos com a presença do Pr. José Welington, informação colhida junto ao pastor Cyro Melo, Secretário Adjunto da Mesa Diretora da CGADB.
Avisamos também que a presidente Dilma Roussef, segundo informações colhidas com a coordenação do evento, estaria na abertura, mais a presidenta não estava presente nem enviou representante. Como o evento vai até sábado à noite, vamos aguardar pra ver se ela aparece. Caso contrário seguirá a mesma situação do evento da semana passada, onde se anunciou que ela viria e não veio.
Vários cantores cantaram no culto, a mensagem ficou com a Missionária Helena Raquel que representava as mulheres assembleianas. Depois da mensagem ficou uma hora de música com os cantores: Marcos Aurélio, Mara Lima, Cristina Mel, Nando Menezes, Jairinho e muito outros. A programação no dia de hoje serpa no Centro de Convenções do Centenário (construido especialmente para este fim com capacidade para 22 mil pessoas sentadas) e à noite no Estádio do Mangueirão. Segundo informações, quem estará pregando será o Pr. Silas Malafaia, outras notícias publicaremos aqui. 


















FONTE: www.samuelcoutojunior.com.br

NOTA DE FALECIMENTO: PASTOR FRANCISCO PACHECO DE BRITO

Faleceu hoje, dia 16 de junho, o pastor Francisco Pacheco de Brito, aos 95 anos de idade. Ele era o pastor-presidente da igreja Assembleia de Deus em Campina Grande, Paraíba. O pastor Francisco Pacheco de Brito nasceu no dia 16 de maio de 1916.
O corpo do ministro está sendo velado no templo Central, na Avenida Antenor Navarro, 693, bairro Prata, Campina Grande. O sepultamento será neste sábado, 18, às 15 horas. Familiares, amigos e obreiros estão prestando as últimas homenagens ao pastor e as condolências para família.
O pastor Francisco Pacheco de Brito nasceu no município de São João do Cariri, filho de Inácio Jerônimo de Brito e Maria de Jesus. Ainda jovem adotou Campina Grande como sua terra natal, onde trabalhou na construção civil. Ele sempre disse ter orgulho da cidade que viu crescer. Casou com Albertina Barbosa de Lima onde constituiu uma família composta de 10 filhos, netos e bisnetos.
A carreira ministerial de Pacheco começou cedo. Ele foi nomeado diácono em novembro de 1943, presbítero em outubro de l949 e pastor em janeiro de 1948.
Que o Espírito Santo console a família enlutada.

quinta-feira, 16 de junho de 2011

Um pedido corajoso

Sondas-me o coração, de noite me visitas, provas-me no fogo... – Sl 17.3.

Uma das primeiras coisas que aprendemos na vida após começarmos nosso aprendizado na língua materna é pedir alguma coisa, expressões como “Eu quero isso”. “Pode me dar aquilo”, e assim vamos crescendo num egoístico olhar só para nosso bem estar, onde muitas vezes esse pedido esconde quem realmente somos e pensamos.

No início de nossa caminha espiritual também aprendemos a pedir, rogar e clamar, e quando bem educados agradecemos ao Pai celestial suas dádivas e bênçãos. Muitos momentos essa maneira egoística de agir em nossas insanas e mundanas pretensões, revela um pedido medíocre, para esbanjarmos somente em nossos prazeres (Tg 4.3) levando-nos a um lugar distante do coração e vontade do Pai celestial.

Davi neste salmo orou. Fez UM PEDIDO CORAJOSO. Um pedido que muitos de nós não o faríamos por saber e conhecer bem nossas ações e intenções do coração. Este pedido de Davi fez-me pensar nas minhas orações feitas ao Pai celestial, na minha vida aos Seus pés. Seu pedido foi que o fogo fosse o instrumento utilizado por Deus para que, assim como o ouro, fosse depurado e aprovado. Assim, penso que tipo de oração tenho feito? Tenho me escondido atrás de vãs palavras e repetições?

O momento requer um corajoso pedido, como Davi o fez, que seja eu provado pelo fogo do Senhor e aprovado como um servo Seu. Devo entender que a situação difícil prova a minha integridade, ética, fibra e fé, pois somente Ele ouve o meu clamor (Sl 17.1) e dEle vem o verdadeiro julgamento a meu respeito que revelará minha inocência (Sl 17.2).

Quando assim suceder em minha vida, me contemplarei na Tua justiça diante de ti. Me satisfarei a cada manhã ao acordar, pois estarei mais semelhante ao Teu querer e à Tua Imagem. Assim seja em minha vida. Amém!

Por Rev. Gilberto Bueno Filho

Em seus passos o que faria Jesus?

Charles M. Sheldon foi um pastor americano da igreja Congregacional e viveu entre 1857 a 1946. Escreveu alguns livros e o mais conhecido deles é o famoso “Em seus passos o que faria Jesus?” – o nono livro mais vendido da história.


O que muitos não sabem é que Sheldon escreveu outra obra chamada “A crucificação de Felipe Strong”. Nela, o autor conta a história de um pastor que aceita o desafio de cuidar da igreja do Calvário, em Milton (EUA).


Já no início do seu ministério na referida igreja percebe as injustiças sociais da cidade, o maltrato com os empregados, a presença de tavernas e bares nas ruas – o pior de tudo, saber que os membros da igreja estavam envolvidos em tais situações. Adotando então o desafio de pregar aquilo que Jesus pregaria, o pastor começar a ter sérios problemas de oposição de dentro da igreja e até mesmo tentativas de assassinato por parte dos donos dos bares.


Eis um dos trechos de sua pregação: “Eu não creio que a obra real desta Igreja consista em tantos cultos e reuniões sociais e em divertimentos e festas agradáveis para os seus próprios membros; mas o verdadeiro trabalho desta Igreja consiste em sair do seu próprio pequeno círculo, em que se vem movendo por anos... em prol das necessidades dos feridos do mundo... Se não compreendemos que esta seja a verdadeira significação da obra de nossa Igreja, então eu creio que ela não tem para nós significação alguma”.


Já perto do final do livro, a esposa do pastor diz algo não menos impressionante ao seu marido: “... logo que você veio para Milton, eu comecei a pensar que se Jesus Cristo tivesse de viver na terra, neste século, e que se ele fosse o pastor de qualquer Igreja rica e influente, e pregasse como devia, essa Igreja o teria tratado como a Igreja do Calvário acaba de tratar você. O mundo crucificaria Jesus Cristo de novo, apesar de quase dois mil de cristianismo histórico”.


O autor deste livro nos convida a pensar: qual a missão da igreja? Ela tem alcançado os não crentes, ou se acomodado? Ela tem vivido como Jesus viveria?


Afinal como a igreja evangélica hoje reagiria se Jesus fosse aos púlpitos pregando no mesmo teor do Sermão do Monte? Diante do materialismo e comodismo reinantes, seria ele expulso desta mesma igreja que o confessa como Senhor e Salvador? Pensemos nisso e analisemos o quanto nossa vida precisa se ajustar de fato aos padrões de Jesus. Sabemos o que ele faria.


Mas você, o que fará?

Por Rev. Andrei de Almeida Barros

Transitoriedade

"O tempo passa, o tempo voa, e a poupança Bamerindus", bem... essa não existe mais. É certo que o mundo gira e nada está definitivamente estático por aqui, tudo está em movimento.


Isso se torna muito mais profundo quando nos deparamos com a fragilidade da vida humana. O salmista diz: Os anos de nossa vida chegam a setenta, ou a oitenta para os que têm mais vigor; entretanto, são anos difíceis e cheios de sofrimento, pois a vida passa depressa, e nós voamos! Salmos 90.10 (NVI).


Com o passar dos anos vamos entendendo cada vez melhor o que o Salmista diz. O rapaz franzino com metabolismo acelerado, que se alimentava por quase dois entre adolescência e juventude, que praticamente não procurava o descanso, dá lugar ao homem feito, de metabolismo lento e bem menos franzino.


O desgaste natural, físico, vai surgindo. A vida agitada vai minando as energias do forte e afligindo o valente que se lança na busca da sobrevivência própria e da família. Alguns nem chegam à aposentadoria produtivos, antes já não sentem condições de seguir com suas atividades profissionais de forma plena.


Outros que chegam à aposentadoria com inúmeros problemas de saúde. Passam os sessenta e cinco anos e muitos realmente se despedem deste mundo, ou seguem com anos difíceis e cheios de sofrimento como diz o salmista.


Essa transitoriedade na verdade não deveria existir, Deus não fez o homem para passar pelos anos rapidamente e voar. A realidade dura salmodiada não fazia parte do propósito inicial de Deus para a raça humana. Deus colocou no coração do homem a eternidade. A morte surge como pagamento pelo pecado de nossos primeiros pais.


Contudo, ela não tem a última palavra, quando Cristo nos traz uma nova perspectiva, Ele veio ao mundo para que tenhamos vida e vida em abundância (João 10.10). Abundância esta começa aqui e salta para eternidade com Deus. Se forem rápidos os dias aqui, se voam, não importa. Que sejam intensos, que busquemos ao Senhor, ao seu louvor, e toda providência daquilo que carecemos virá do seu amor, misericórdia, graciosamente até nós.


Que aprendamos a apreciar as mínimas coisas que nos cercam, que são bênção e muitas vezes não nos damos conta, porque o mundanismo nos cega, nos oprime com a ansiedade pelo que não temos ainda, em detrimento de tudo que Deus permitiu que conquistássemos.


Infelizmente só damos valor a muitas coisas quando as perdemos. Só valorizamos o calor do sol quando se abate sobre nós intenso frio, muitas vezes percebemos o valor da presença e convívio de nossos queridos quando eles enfim voam de diante de nós.


Mas existe graça na partida, a misericórdia de Deus é perfeita, pois a muitos Ele abrevia os dias difíceis e de sofrimento. Nós que ficamos não queremos que ninguém parta. Mas devemos reconhecer: algumas partidas são melhores, alguns vôos são necessários, para passarmos da transitoriedade deste mundo para eternidade das moradas no céu.

Por Rev. Danilo Cassemiro de Campos

RESSENTIMENTO UM INIMIGO DA ALMA.

“Irmãos, quanto a mim, não jugo que o haja alcançado; mas uma coisa faço, e é que, esquecendo-me das coisas que para trás ficam e avançando para as que estão diante de mim, prossigo para o alvo, pelo prêmio da soberana vocação em Cristo Jesus”

(Filipenses 3:13-14)

Um grande problema que assola o coração humano é o ressentimento.

O ressentimento representa uma mágoa que se guarda de uma ofensa; rancor. Podemos dizer que é como uma doença que se carrega na alma daquele que foi ou se sentiu ofendido por outrem. Na maioria das vezes este que carrega o ressentimento em sua alma é o mais prejudicado quando não é o único, pois a outra parte pode não estar dando nenhuma importância ao acontecimento.

O Apóstolo Paulo em toda a sua vida desde sua conversão atravessou várias circunstâncias que poderiam ter causado em seu coração este problema. Como ele mesmo diz:

“Três vezes fui açoitado com varas, uma vez fui apedrejado, três vezes sofri naufrágio, uma noite e um dia passei no abismo;” 2 Co. 11.25.

Sem deixar de mencionar os problemas que sofreu quando sua apostolicidade foi colocada a prova por alguns da igreja de Corinto, seu aparente desentendimento com Barnabé e tantos outros problemas decorrentes de sua caminhada.

Tendo como exemplo uma vida guiada pelas mãos de Deus como a de Paulo percebemos que não estamos livres de viver circusntâncias que nos machucarão. Quantas vezes por não entendermos os propósitos de Deus do porque sofremos ficamos triste até com Deus. Conheci uma pessoa que me disse que teve dificuldades de orar por um período de sua vida por não conseguir assimilar a perda de um ente querido. E, em alguns casos vemos o exemplo de pessoas que se afastaram da igreja e consequentemente de Deus por estarem ressentidas por algum desentendimento.

A verdade é que enquanto vivermos neste mundo estamos a mercê de acontecimentos que jamais estarão sob o nosso controle. Tomemos também o exemplo de Deus que diz assim em sua palavra:

"Sou eu, eu mesmo, aquele que apaga suas transgressões, por amor de mim, e que não se lembra mais de seus pecados. Is. 43.25

E vai muito, além disso, pois, se ele mesmo guardasse em seu coração ressentimentos jamais daria Jesus seu único filho para morrer por nós (Jo. 3.126).

As vezes guardamos sentimentos ruins por toda uma vida construindo um verdadeiro arsenal de guerra contra pessoas. Mas, na verdade o maior bombardeio acontece dentro de nós mesmos. E perdemos a oportunidade de construir bases para que as bênçãos aconteçam em nossas vidas.

Não deixe para amanhã a oportunidade de uma cura interior liberando o perdão dentro de você. Fazendo isso, não dará vasão a problemas e sentimentos ainda piores, como o sentimento de culpa por não ter feito o que deveria e, depois de tudo ja ser tarde demais.

Siga adiante como o Apóstolo Paulo fez em sua vida esquecendo-se do que para trás ficou e seguindo em direção a objetivos que sejam rumo ao propósito santo de Deus.



Rev. Maycon Rodrigues

quarta-feira, 15 de junho de 2011

Pedras não são obstáculos para Deus

As pedras nunca foram obstáculos para Deus. Não o foram em Betânia há dois mil anos. E não o foram na Europa há cem anos.

Ela era uma condessa de Hanover. Se era conhecida por alguma coisa, era conhecida por sua descrença em Deus e pela convicção de que ninguém podia tirar vida de um sepulcro. Antes de sua morte, ela deixou instruções específicas de que seu túmulo fosse selado com uma laje de granito; pediu que blocos de pedra fossem colocados ao redor de seu túmulo e que os cantos dos blocos fossem presos uns aos outros e à laje de granito por pesados grampos de ferro.

A seguinte inscrição foi colocada no granito:
Este sepulcro,
comprado por toda a eternidade,
nunca deve ser aberto.
Tudo o que qualquer pessoa pudesse fazer para selar o túmulo foi feito. A condessa havia assegurado que seu túmulo servisse de zombaria para a crença na ressurreição. Mas uma pequena bétula, entretanto, tinha outros planos. Sua raiz conseguiu passar entre as lajes e afundar-se no chão. Com o passar dos anos, ela forçou passagem até que os grampos de ferro se soltaram e a tampa de granito foi erguida. A cobertura de pedra descansa agora contra o tronco da bétula, o epitáfio jactancioso permanentemente silenciado pela obra de uma árvore resoluta.. . ou um Deus poderoso.

— Lázaro, vem para fora!

Só foi preciso um chamado. Lázaro ouviu seu nome. Seus olhos se abriram debaixo da faixa. As mãos enfaixadas se ergueram. Joelhos levantaram-se, pés tocaram o chão, e o morto saiu. - Max Lucado, em “Seis Horas de uma Sexta Feira”, Editora Vida, 1994.


Os três últimos desejos de Alexandre o Grande

Dizem que estes foram os 3 últimos desejos de ALEXANDRE O GRANDE:
1. Que seu caixão fosse transportado pelas mãos dos médicos da época;
2. Que fosse espalhado no caminho até seu túmulo os seus tesouros conquistado como prata , ouro, e pedras preciosas ;
3. Que suas duas mãos fossem deixadas balançando no ar, fora do caixão, Ã vista de todos.

Um dos seus generais, admirado com esses desejos insólitos, perguntou a ALEXANDRE quais as razões desses pedidos e ele explicou:

1. Quero que os mais iminentes médicos carreguem meu caixão para mostrar que eles NÃO têm poder de cura perante a morte;
2. Quero que o chão seja coberto pelos meus tesouros para que as pessoas possam ver que os bens materiais aqui conquistados, aqui permanecem;
3. Quero que minhas mãos balancem ao vento para que as pessoas possam ver que de mãos vazias viemos e de mãos vazias partimos.

Pense nisso....
- Autor desconhecido

O índios e o medo do rio

Existe uma história contada no Brasil a respeito de um missionário que descobriu uma tribo de índios numa parte remota da floresta. Eles viviam perto de um grande rio. A tribo era amigável e precisava de atenção médica. Uma moléstia contagiosa estava devastando a população e muita gente morria diariamente. Havia uma enfermaria localizada em outra parte da floresta e o missionário determinou que a única esperança para a tribo era ir ao hospital para tratamento e vacinações. Para poderem chegar ao hospital, entretanto, os índios teriam de atravessar o rio — uma façanha que eles não estavam dispostos a realizar.

O rio, acreditavam, era habitado por espíritos maléficos. Entrar na água significava morte certa. O missionário deu início à difícil empreitada de superar a superstição da tribo.

Ele explicou como havia atravessado o rio e chegado ileso. Não teve sorte. Levou o povo à margem e colocou a mão na água. Ainda assim os índios não acreditaram nele. Ele entrou no rio e borrifou água no rosto. O povo observou atentamente, mas ainda hesitava. Por fim, ele voltou-se e mergulhou na água. Nadou por baixo da superfície até sair do outro lado.

Tendo provado que o poder do rio era uma farsa, o missionário socou o ar com punho vitorioso. Ele havia entrado na água e escapado. Os índios romperam em vivas e seguiram-no ao outro lado.

Jesus viu gente escravizada pelo medo de um poder barato. Ele explicou que o rio da morte não era nada a temer. As pessoas não acreditaram nele. Ele tocou um rapazinho e trouxe-o de volta à vida. Os seguidores ainda não estavam convencidos. Ele insuflou vida ao corpo morto de uma menina. As pessoas ainda continuaram cínicas. Ele deixou um homem morto passar quatro dias num sepulcro e depois o chamou para fora. E suficiente? Aparentemente não. Pois foi necessário que ele entrasse no rio, que submergisse na água da morte antes de as pessoas acreditarem que a morte havia sido conquistada.

Mas depois que ele o fez, depois que saiu no outro lado do rio da morte, foi hora de cantar... foi hora de celebrar, foi hora de entoar cânticos e júbilos! - Max Lucado, em “Seis Horas de uma Sexta Feira”, Editora Vida, 1994.

segunda-feira, 13 de junho de 2011

Pastor Missionário Bernhard Johnson Jr.

O pastor Bernhard Johnson Jr., missionário no Brasil pelas Assembléias de Deus americanas , recebe de Deus uma visão, mostrando a grande necessidade da igreja pentencostal brasileira no campo do treinamento teológico dos seus obreiros. Naquela oportunidade, o pastor Bernhard, tocado pelo Espírito Santo, dá início ao plano, vislumbrando um grande projeto de âmbito nacional. Trocando idéias com outros obreiros, chegou-se à conclusão de que o sistema que atenderia a essa necessidade seria o de Educação Teológica por Extensão (ETE), onde a escola vai ao encontro do aluno.

Bernhard Johnson Jr.
Pastor Missionário (In memoriam - 1931 a 1995]
: Liderança
- Foi membro da diretoria da Sociedade Bíblica do Brasil.
- Foi presidente da Convenção Estadual de Ministros das ADs em Minas Gerais.
- Integrou o Comitê Internacional de Billy Graham por 20 anos.

: Pessoal
- Nascimento: 20 de Junho de 1931
- Natural: Alameda, Califórnia, veio para o Brasil em 1940 com 9 anos de idade.
- Pais: Escandinavos, o sueco Bernhard Johnson e a norueguesa Antonette Johnson.
- Esposa: Doris Buckett (casou-se em 1952 em Springfield, Estados Unidos)
- Falecimento: 16 de Fevereiro de 1995 nos Estados Unidos.

: Formação
- 4 anos de Engenharia.
- Cursou o Central Bible College, em Springfield, Estados Unidos.
- Conferencista internacional

: Ministério
- Teve sua primeira chamada aos 9 anos.
- Quando cursava o quarto ano da Faculdade de Engenharia no Instituto Canon de Lavras (MG), teve uma visão renovando sua chamada.
- Iniciou seu profícuo ministério, em 1952, pastoreando duas igrejas nos Estados Unidos da América.
- Largou tudo e foi para Central Bible College, em Springfield, Estados Unidos, onde se formou em 1953.
- Pastoreou a AD em Half Mopn Bay, Califórnia (EUA) por dois anos.
- Pastoreou a igreja em Straling City, Califórnia (EUA).
- Em 1955, começa a realizar diversas cruzadas evangelísticas e eventos de missões e avivamentos em diversos lugares nos EUA.
- Em 1957, chegou ao Brasil onde pastoreou igrejas no sul de Minas Gerais e fundou a Convenção Estadual das Assembléias de Deus daquele estado.
- Volta ao Brasil em 1957 e recebe do missónário Gustavo Bergstrom o campo de3 Divinópolis (MG), onde pastoreou até 1961.
- Em 1961, aceita substituir seu pai que falecera em Varginha (MG).
- Começou vários trabalhos evangelísticos pelo Brasil.
- Em 1964, recebendo uma chamada especial de Deus para o evangelismo em massa, fundou a "Cruzada Boas Novas", que mais tarde passou a se chamar "Cruzada Bernhard Johnson". Esse trabalho resultou em 225 cruzadas evangelísticas no Brasil e em mais de 70 países do mundo.
- De 1967 a 1995, fez 225 grandes cruzadas.

- Na década de 60 manteve o programa Palavras de Vida na TV.
- Em 1972, fundou, no Brasil, o ICI - Instituto por Correspondência Internacional.
- Em 1973, foi co-fundador do Desafio Jovem do Brasil, ocupando a presidência até 1979.
- Em 1976, através de uma visão especial dada por Deus, deu início ao arrojado projeto da EETAD - Escola de Educação Teológica das Assembléias de Deus, com sede em Campinas, SP, o qual se consolidou em 1979, com o lançamento do Curso Básico de Teologia.
- Em 1980, lançou um programa evangelístico na televisão brasileira, mantido no ar por 7 anos.
- Em 1981, fundou a ABEM - Associação Beneficente Evangélica para Menores,em Campinas um trabalho em favor de crianças carentes.
- Pregou em convenções nacionais da Ad em oito países.
- Foi preletor dem duas Conferências Mundiais Pentecostais (Londres, Inglaterra em 1976 e Nairóbi, Quênia em 1982].
- Em 1984, fundou o IBICAMP - Instituto Bíblico de Campinas, para atender as necessidades das mais diversas denominações evangélicas da região.
- Pregou em duas Conferências de Evangelismo na Holanda (1983 e 1986].
- Em 1987, fundou a FAETAD - Faculdade de Educação Teológica das Assembléias de Deus, em Campinas, lançando o Curso Médio de Teologia e, mais recentemente, o Bacharel de Teologia.
- Participou como delegado em duas Conferências Mundiais de Evangelismo (Berlim, Alemanha em 1986 e Manila, Filipinas em 1989]
- Em 1993, o IBP - Instituto Bíblico Pentecostal, no Rio de Janeiro(RJ), passou a integrar o Ministério Bernhard Johnson.

: Realização
- Fundou e presidiu a Cruzada Boas NOvas, que o levou a pregar em todos os principais pontos do Brasil e exterior.
- Fundou e presidiu a (EETAD) Escola de Ensino Teológico da Assembléia de Deus, com sede em Campinas (SP).
- Fundador do Ministério Bernhard Johnson que conquistou milhares de alunos para Cristo em todo o mundo.
- Fundou a Associação Beneficente Evangélica para Menores.
- Um dos fundadores do Instituto Bíblico das Assembléias de Deus, em Pindamonhangaba (SP).
- Na década de 60, manteve um programa evangelístico na televisão, chamado Palavras da Vida, sendo o pioneiro do evangelismo televisivo nas ADs brasileiras.
- Foi chamado para a eternidade em 16/02/1995, deixou para o Brasil um legado inestimável de trabalho em favor do reino de Deus, tanto na área de evangelismo, como nas áreas de ensino teológico e assistência social.

: Homenagem
- Em 1987, ganhou nos EUA o troféu Silver Angel, devido a sua expressão evangelística em território brasileiro.
- No Brasil recebeu três títulos de Cidadão de Honra: Ceará (1976], Varginha (MG) em 1986, Belo Horizonte (MG).
- Nos EUA recebeu o título de Cidadão de Mephis, Tenesse.
- Em 1983, a Faculdade das Assembléias de Deus em Santa Cruz, CAlifórnia, lhe concedeu o título honorífico de Doutor em Causas Humanas.
- Em 1987, a CGADB deu-lhe o título de Conselheiro Vitalício da CPAD, juntamente com o missionário Eurico Bérgstén.
- Foi alvo de diversas honrarias, com títulos honoríficos e de cidadania, tendo, dentre muitos, recebido em 1983, o título de "Doctor of Humane Letters", concedido pela Faculdade Betânia das Assembléias de Deus de Santa Cruz, Califórnia - EUA. Foi também orador oficial em duas Conferências Mundiais Pentecostais: Inglaterra e Quênia.

: Autoria
- Escreveu diversos livros, folhetos e artigos para várias editoras evangélicas.
- Livros:
"Como receber a cura divina" - CPAD, 1995.
: Observação
- Exatamente 50 anos depois da vinda dele ao Brasil, um outro Johnson, o Terry, retornaria ao Brasil como terceiro missionário da família.
- Segundo a esposa, seu passatempo predileto era ler pelo menos um livro por semana e escrever.
: Fonte
- Encarte Especial da revista Obreiro, ano 23, no 13 - CPAD

Assembleia de Deus no Brasil

O DIA DO PASTOR

Segundo domingo do mês de junho, quando se comemora o dia do pastor, os quais receberam de Deus a missão de cuidar das nossas vidas espirituais, nosso blog presta uma justa homenagem aos santos homens de Deus que tem dedicado suas vidas para uma obra espinhosa e que, em muitos casos, deixam seus parentes e suas terras para irem fazer missão onde Deus mandar! Que Deus possa recompensá-los poderosamente por essa dedicação a esta incumbência pastoral, um forte abraço e para meditação Levítico 19.34: Como um natural entre vós será o estrangeiro que peregrina convosco; amá-lo-ás como a ti mesmo, pois estrangeiros fostes na terra do Egito. Eu sou o SENHOR vosso Deus.

O Homem que Deus escolheu.

Homem que Deus escolheu
Acredita que Ele voltará
Reconhecido pastor verdadeiro
Olhando para o mundo inteiro
Leva pessoas a Jesus Cristo
Dignifica Seu nome no que faz
Orando por quem é incapaz.

Sua vida nas mãos do Senhor
Indo por onde for
Levará consigo a família
Vivendo com integridade
Amando a palavra e a verdade.

Antonio Bezerra

sexta-feira, 10 de junho de 2011

Por Quê Igrejas Presbiterianas pelo Mundo estão Aceitando Pastores Homossexuais?

By Augustus Nicodemus Lopes
Duas denominações presbiterianas acabam de decidir no plenário de suas Assembléias Gerais que homossexuais praticantes podem ser pastores nas igrejas delas.

A primeira foi a Igreja Presbiteriana dos Estados Unidos da América (PCUSA). Veja a notícia aqui:

Igreja Presbiteriana dos EUA permite ministros homossexuais

E ontem, foi a vez da Igreja Presbiteriana da Escócia. Veja a notícia aqui:

Church of Scotland votes on gay ministers

Estas resoluções foram tomadas depois de muitos anos de conflitos internos e discussões teológicas. E em ambas as igrejas, o voto passou com uma maioria apertada. Os pastores, presbíteros, diáconos e membros destas denominações que discordam da decisão, e que por muito tempo lutaram para que ela não fosse aprovada, enfrentam agora o dilema de saber qual é a coisa correta a fazer. Com certeza, muitos sairão para outras denominações ou para formar novas igrejas; outros, ainda, permanecerão na esperança de que um dia as coisas mudem.


A pergunta que não quer calar é como igrejas de origem reformada, que um dia aceitaram as confissões de fé históricas e adotaram os lemas da Reforma, especialmente o Sola Scriptura, chegaram a este ponto? Em minha opinião, o que está acontecendo hoje é o resultado lógico e final da conjunção de três fatores: a teologia liberal que foi aceita por estas igrejas, a conseqüente rejeição da autoridade infalível da Bíblia e a adoção dos rumos da sociedade moderna como norma.

O processo pelo qual estas denominações passaram, uma na Europa e outra nos Estados Unidos, é similar. As etapas vencidas são as mesmas. Primeiro, em algum momento de sua história, em meados dos séculos XIX, o método crítico de interpretação da Bíblia passou a ser o método dominante nos seminários e universidades teológicas destas denominações. Boa parte dos pastores formados nestas instituições saíram delas convencidos que a Bíblia contém erros de toda sorte e que reflete, em tudo, o vezo cultural de sua época. Para eles, os relatos bíblicos dos milagres são um reflexo da fé dos judeus e dos primeiros cristãos expresso em linguagem mitológica e lendária (veja aqui um post sobre liberalismo teológico).

Segundo, uma vez que a Bíblia não poderia ser mais considerada como o referencial absoluto em matérias de fé e prática, devido ao seu condicionamento às culturas orientais antigas e patriarcais, estas denominações aos poucos foram adotando as mudanças culturais e a direção da sociedade moderna como referência para suas práticas.

Terceiro, com a erosão da autoridade bíblica e o estabelecimento da cultura moderna como referencial, não tardou para que estas igrejas rejeitassem o ensinamento bíblico de que somente homens cristãos qualificados deveriam exercer a liderança nas igrejas e passaram a ordenar mulheres como pastoras e presbíteras. As passagens bíblicas que impõem restrições ao exercício da autoridade por parte da mulher nas igrejas foram consideradas como sendo a visão patriarcal dos autores bíblicos, e que não cabia mais na sociedade moderna (veja aqui uma matéria deste blog sobre ordenação feminina).

O passo seguinte foi usar o mesmo argumento quanto ao homossexualismo: as passagens bíblicas que tratam as relações homossexuais como desvio do padrão de Deus e, portanto, pecado, foram igualmente rejeitadas como sendo fruto do pensamento retrógrado, machista e preconceituoso dos autores da Bíblia, seguindo a tendência das culturas em que viviam. A igreja cristã moderna, de acordo com este pensamento, vive num novo tempo, onde o homossexualismo é comum e aceito pelas sociedades, inclusive com a aprovação do Estado para a união homossexual e benefícios decorrentes dela.

E o resultado não poderia ser outro. O único obstáculo para que uma igreja que se diz cristã aceite o homossexualismo como uma prática normal é o conceito de que a Bíblia é a Palavra de Deus, inerrante e infalível única regra de fé e prática para o povo de Deus. Uma vez que esta barreira foi derrubada - e a marreta usada para isto sempre é o método crítico e o liberalismo teológico - não há realmente mais limites que sejam defensáveis. Pois mesmo os argumentos não teológicos, como a não procriação em uniões homossexuais e a anormalidade anatômica e fisiológica da sodomia, acabam se mostrando ineficazes diante do relativismo da cultura moderna. E as igrejas que abandonaram a autoridade infalível da Palavra de Deus acabam capitulando aos argumentos culturais.

Nem todos os que adotam o método crítico são favoráveis ao homossexualismo. E nem todos liberais são a favor da homossexualidade. Mas espero que as decisões destas duas igrejas, que têm em comum a adoção deste método e a aceitação do liberalismo teológico, sirvam como reflexão para os que se sentem encantados com o apelo ao academicismo e intelectualismo da hermenêutica e da teologia liberais.

terça-feira, 7 de junho de 2011

Comemorações do Centenário em Boca do Córrego

Foi comemorado o Centenário da Assembleia de Deus no Brasil e os noventa e dois anos da chegada da mensagem pentecostal na Bahia em evento realizado em Boca do Córrego, no dia 05 de junho do corrente ano. Participaram das festividades, superando todas as expectativas, cerca de 3000 pessoas vindas em caravanas das mais diversas regiões baianas, de São Paulo e Goiás, com seus respectivos pastores; além dos deputados estaduais Carlos Ubaldino e Ângela Souza; do Prefeito de Itacaré, o Pb. Antonio Dionísio; dos Membros da Mesa Diretora, dentre os quais o Pr. João Evangelista de Jesus e o Pr. Manoel Marques de Souza, Presidentes de Honra da CEADEB. O presidente da CEADEB,
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