quinta-feira, 7 de novembro de 2013

Lição 4° Lidando de Forma Correta com o Dinheiro

1 'Filho meu, se ficaste por fiador do teu companheiro e se te empenhaste ao estranho, 2 estás enredado com o que dizem os teus lábios, estás preso com as palavras da tua boca. 3 Agora, pois, faze isto, filho meu, e livra-te, pois caíste nas mãos do teu companheiro: vai, prostra-te e importuna o teu companheiro;
4 não dês sono aos teus olhos, nem repouso às tuas pálpebras; 5 livra-te, como a gazela, da mão do caçador e, como a ave, da mão do passarinheiro.

O Amor ao Dinheiro!

Em sua poesia: A Escrava do Dinheiro, Patativa do Assaré, disse com acerto:
“Dinheiro transforma tudo,
Dinheiro é quem leva e traz,
Eu nem quero nem dizer
Tudo o que o dinheiro faz.
Apenas aqui eu conto 
Que ele pra tudo tá pronto,
Ele é cabreiro e traidor,
E carrasco e é vingativo,
Só presta pra ser cativo,
Não presta pra ser senhor.”1

Cuidado com Fianças e Empréstimos

O livro de Provérbios adverte “Quem fica por fiador de outrem sofrerá males, mas o que foge de o ser estará seguro” (Pv 11.15).

Cuidado ao se tornar fiador ou avalista de alguém! Já vi gente se tornar fiador de empréstimos de terceiros e perder tudo o que tinha para as financeiras porque o avalizado não honrou seu compromisso! A propósito, certa vez fui procurado por um amigo que queria que eu lhe emprestasse algumas folhas de cheques. Explicou que havia montado um negócio e precisava desses cheques para negociar com os credores. Emprestei-lhe então algumas folhas. No mês seguinte, ele procurou-me novamente pedindo mais folhas de cheques.

Como das outras vezes, emprestei-lhe. O processo se repetiu por uns seis meses sem problema, mas certo dia após conferir o meu extrato bancário observei que uns dos cheques emprestados àquele amigo foram descontados antes do prazo previsto. O cheque foi apresentado ao Banco e este efetuou o pagamento, mesmo antes da data prevista: “bom para o dia...”. Liguei para ele para informar do incidente e ouvi a explicação que isso não iria mais ocorrer. Todavia, pouco tempo depois o processo voltou a se repetir. Desta vez informei-lhe que iria sustar os cheques porque não dispunha de fundos para cobri-los e se outros cheques fossem apresentados, seria posto no cadastro do SERASA. Foi o que fiz. Essa minha decisão foi suficiente para deixá-lo furioso e romper nossa amizade.Depois desse incidente resolvi não emprestar mais folhas de cheques a ninguém. Não quero perder mais os amigos!

A Lição do Vai-e-Vem!

Meu pai costumava contar uma historinha engraçada sobre empréstimos. Contava que dois fazendeiros eram muito amigos e com frequência emprestavam um ao outro suas ferramentas. Certo dia um deles mandou o filho a casa do amigo pegar um serrote emprestado. Naquela região essa ferramenta também era conhecida com o nome de Vai-e-Vem. O amigo procurado, já sabendo que suas ferramentas demoravam em ser devolvidas, resolveu mandar um recado para o amigo:

“Jovem, diga ao seu pai que se o Vai-e-Vem fosse e viesse, o Vai-e-Vem iria. Mas como o Vai-e-Vem vai, mas não vem, o Vai-e-Vem não vai”!

Aqui cabe uma palavra sobre as compras a crédito, antigamente denominadas de “fiado”. O texto é bem claro: “se não tens com que pagar porque arriscar”? (Pv 22.27) Comprou? Pague! Tomou emprestado? Devolva! Quem compra e não paga, toma emprestado e não devolve é caloteiro e desonesto! E simples assim.

Baseado em Romanos 13.8, lancei numa igreja pastoreada por mim, a campanha: “A ninguém fiqueis devendo coisa alguma”. Ministrei um estudo bíblico sobre o assunto: “Cinco grandes pecados cometidos por quem compra e não paga”. Segui o seguinte esboço:

1) Peca contra Deus — escandalizando o evangelho (2 Co 6.3);
2) Peca contra o próximo — dando calote; 
3) Peca contra si mesmo — formando um mau caráter; 
4) Peca contra o Estado — impedindo a arrecadação de impostos; 
5) Peca contra a igreja — trazendo um mau testemunho.

Fiquei surpreso com a repercussão que essa campanha provocou! Vi que a mensagem trouxe desconforto em muitos crentes. Quando a notícia saiu dos portões da igreja, os próprios empresários que se sentiram lesados por haver confiado vender a crédito para os crentes começaram a me procurar. Chegaram às minhas mãos boletos vencidos, notas promissórias, etc. Alguns desses documentos já vencidos a cerca de seis anos! Esse fato deixou-me perplexo! Eu não sabia que a coisa ali era tão grave. Como o evangelho iria repercutir na sociedade com um problema desses? Passei a exigir dos devedores o pagamento de suas dívidas!

Cuidado com o lucro fácil

Evitando a usura ou agiotagem

De fato, esse termo, na sua forma verbal, mantém no hebraico bíblico o sentido de “mordida de arrancar um pedaço. Foi pensando nisso que Davi disse que somente habitará no Tabernáculo do Senhor “O que não empresta o seu dinheiro com usura, nem aceita suborno contra o inocente” (SI 15.6). O livro de Provérbios adverte: “O que aumenta os seus bens com juros e ganância ajunta-os para o que se compadece do pobre” (Pv 28.8).

Infelizmente tem muito crente lucrando por meio da usura ou agiotagem. Emprestam dinheiro a juros exorbitantes! E o que é mais grave — alguns desses agiotas são obreiros! Já ouvi histórias de irmãos que tiveram seus bens confiscados e espoliados por obreiros porque não conseguiram pagar os juros estratosféricos cobrados. Alguns perderam lojas, outros perderam veículos. É lamentável que isso possa ocorrer no meio do povo de Deus. Mais lamentável ainda é que esses obreiros ainda estejam no púlpito.

No site www.financeiro24horas.com, encontramos uma excelente explanação sobre a agiotagem e como se prevenir dela.2 Vou reproduzi-la aqui.

A primeira justificativa para que uma pessoa que precisa de dinheiro não recorra a um agiota é que a Constituição Federal considera crime o empréstimo de dinheiro mediante cobrança de juros, sem autorização do Banco Central. Ou seja, o agiota não pode nem emprestar dinheiro, quanto mais cobrar juros por isso. Diz ainda o artigo 192, parágrafo 3: “As taxas de juros reais, nelas incluídas comissões e quaisquer outras remunerações direta e indiretamente referidas à concessão de crédito, não poderão ser superiores a 12% ao ano. A cobrança deste limite será conceituada como crime de usura (lucro abusivo)”.

Mas antes que você pense que os bancos e financeiras podem estar cometendo crime ao cobrar taxas de juros que podem ir de 24% a 168% ao ano, o presidente da Comissão de Defesa do Consumidor da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Nelson Miyahara, explica: “Esta lei não se aplica às instituições financeiras, mas há uma ação tramitando no Supremo Tribunal Federal (STF) para que isso mude”.

Dicas importantes:
  • Fuja dos agiotas e dos classificados de jornais que oferecem dinheiro fácil.
  • Jamais passe a escritura de seu imóvel ou de outros bens, a título de garantia para nenhuma pessoa.
  • Nunca peça dinheiro emprestado por telefone ou Internet.
  • Nunca assine notas promissórias, cheques, duplicatas em branco ou confissões de dívidas.
  • A pessoa lesada por agiota deve registrar um B.O. (mas só se tiver provas) na delegacia. Em seguida, é preciso ir a um órgão de defesa do consumidor para pedir uma representação no Ministério Público.
  • Nunca forneça dados pessoais por telefone.
  • Para os consumidores que passaram os seus bens ao agiota, há recursos jurídicos que possibilitam reavê-los; neste caso é preciso consultar um advogado.

Mas, voltando aos agiotas: o problema é que eles sabem que praticam um crime, então dificilmente deixam rastros contra ele, o que às vezes inviabiliza uma possível ação judicial. Não são feitos contratos ou recibos, por exemplo, como nos bancos e financeiras. As negociações geralmente são verbais e por telefone, cujos números (na maioria das vezes de celular) são publicados em anúncio de jornais. “Isso dificulta a abertura de um inquérito criminal, já que, no geral, não há provas e, se a vítima registra um Boletim de Ocorrência contra a pessoa que emprestou o dinheiro a juros exorbitantes, ela precisa provar; se não, ainda corre o risco de enfrentar um processo de calúnia e difamação”, alerta Nelson Miyahara.

A Associação Nacional de Defesa dos Consumidores do Sistema Financeiro (Andif) lançou a ‘Cartilha do Agiota. Nela, os agiotas são classificados como “predadores vorazes que espreitam suas vítimas, prevalecendo-se da fragilidade psicológica e desespero momentâneo que as acometem, aplicam seus golpes, tomando os últimos recursos de que dispõem”. Eles só emprestam dinheiro para quem tem como garantir a dívida. Às vezes, exigem que a vítima assine cheques ou notas promissórias em branco e até dê um bem, como carro ou casa. Os juros variam de 14,5% a 35% ao mês, o que pode resultar em até 420% ao ano. Segundo a Andif a partir de então eles passam a administrar a dívida que cresce de forma descontrolada, inviabilizando a retomada do bem pela vítima e chegando até a ameaçá-las. “Há casos em que, após a transferência legal do imóvel, em quatro ou cinco meses a dívida aumentou 200%.”

Ainda sobre a aquisição de dinheiro fácil, convém lembrar que os estelionatários e golpistas sabem que muitas pessoas desejam o lucro fácil. É aí que usam toda a sua criatividade para darem seus golpes. Os mais comuns são aqueles em que o golpista oferecealgo extremamente vantajoso, como o pagamento de um prêmio que a vítima supostamente ganhou. Exigem como garantia do recebimento do benefício, o pagamento de uma pequena taxa simbólica. É aí que está o golpe. Mas por que muitos entram nessa enrascada? Por que a ganância fala mais alto do que a razáo. Pensam no lucro fácil e aí se tornam vitimas fáceis dos golpistas.

Recentemente soube de um casal que tomou de seu pastor dinheiro emprestado a juros! Devido à inexperiência daquele casal no novo empreendimento, o negócio não prosperou como eles imaginaram. Começaram os problemas financeiros e com eles as cobranças dos credores. No meio dos cobradores apareceu também o pastor daquele casal. Segundo me contou um pessoa ligada ao casal, os juros cobrados eram exorbitantes e fora da realidade financeira do casal. Não havendo como pagar, o casal entregou o empreendimento ao pastor como pagamento da dívida. A última notícia que recebi sobre esse nefasto relato é de que um dos cônjuges ficou decepcionado e agora não frequenta mais a igreja! Se isso não é pecado, então as palavras perderam o seu significado.

Evitando o Suborno

Um outro problema ligado ao dinheiro e que deve ser evitado a todo custo é aquele relacionado ao suborno. A palavra hebraica shohad, traduzida como “suborno”, mantém o sentido na língua original de dar presentes, dádiva, recompensa, incentivo. O expositor bíblico Victor P. Hamilton comentando sobre o sentido dessa palavra no Antigo Testamento, destaca: “Pode-se começar com a observação de que proibições de receber suborno (presumivelmente impostas aos juizes) se encontram nos trechos legais do Pentateuco (Êx 23.8; Dt 16.19). Conquanto os dois versículos comecem de modo semelhante, Deuteronômio 16.19 assim termina: “o suborno cega os olhos dos sábios” [hakamim]. Cf. Isaías 1.23; 5.23; Miqueias 3.11.Caso o preço seja aceito, um suborno pode até mesmo produzir um assassino de aluguel, que matará uma pessoa inocente (Dt 27.25; Ez 22.12; SI 26.10) ou no mínimo perverterá o julgamento (Pv 17.23).

Somente aquele que desiste de uma violação tão flagrante da lei tanto moral quanto criminal poderá permanecer na presença de Deus (2 Cr 19.7; SI 15.5; Is 33.15). O próprio Deus está acima de qualquer censura a respeito (Dt 10.17; cf. 1 Pe 1.17).

Dada a cobiça do homem em todas as épocas e civilizações, é interessante que no Antigo Testamento há menção de apenas três casos de suborno (com uso da palavra shohad): os filhos de Eli (1 Sm 8.3);os reis Asa e Bem-Hadade (1 Rs 15.19); e os reis Acaz e Tglate-Pileser (2 Rs 16.8).3

Hoje, na nossa cultura, o suborno acontece de forma bem sutil. Às vezes ele bate à porta na forma de um fiscal da fazenda pública que quer ganhar vantagens além daquela que recebe pelo seu trabalho. Promete cancelar a multa que acabou de lavrar tão somente se o comerciante aceitar lhe dar uma parte do valor devido em dinheiro. Outras vezes o suborno acontece de forma mais sutil ainda. Não são poucos os relatos de irmãos que aceitam serem subornados em cargos públicos. Geralmente a coisa acontece quando determinado político assume um mandato público, quer seja de vereador, deputado federal, estadual ou ainda senador. Muitos dos novos contratratados com as famosas verbas de gabinete aceitam receber somente uma parte do dinheiro em troca do emprego. O resto é embolsado pelo parlamentar. A justificativa é que eles ganham sem trabalhar! De fato muitos desses assessores não sabem nem mesmo onde fica o gabinete do seu chefe.

Por outro lado, muitos líderes aceitam ser incluso na folha de pagamento de algum órgão público em troca de apoio político. Vendem suas igrejas, suas famílias, seus ministérios.

Por isso é melhor dar o duro mesmo, mas ter a bênção de Deus: “Os bens que facilmente se ganham, esses diminuem, mas o que ajunta à força do trabalho terá aumento” (Pv 13.11).Buscando o Equilíbrio Financeiro

Lemos em Provérbios: “Duas coisas peço: não mas negues, antes que eu morra: afasta de mim a falsidade e a mentira; não me dês nem pobreza nem a riqueza; para não suceder que, estando eu farto, te negue e diga: Quem é o Senhor? Ou que, empobrecido, venha a furtar e profane o nome de Deus” (Pv 30.8,9).

Esta passagem bíblica é uma das que melhor ilustra a busca por uma vida equilibrada. “Os dois pedidos, que se convergem num só alvo”, observa Derek Kidner, “dizem respeito a (a) o caráter (Pv 8a), e (b) as circunstâncias, que são um perigo para o caráter (Pv 8b, c, 9). A oração confirma a humildade que foi expressada nos w. 2ss., mostrando que se trata de (a) humildade de ambição (um anseio — antes que eu morra — pela integridade conforme a vontade de Deus, não de “grandes coisas para si”), e (b) a humildade do autoconhecimento — pois (conforme indica Toy) poderia ter orado, pedindo a capacidade de empregar corretamente a pobreza ou as riquezas, mas conhece bem demais a sua própria fraqueza”.4 Por outro lado, a obra The Expositors Bible Commentary destaca que: “Agur ora para Deus impedi-lo de tornar-se falso (v 8a) e autossuficiente (w. 8b, 9). Ele quer ser honesto em todas as suas relações, e ele quer uma vida de bênçãos materiais equilibrada. Ele raciocina que, se ele tem muito, pode tornar-se independente de Deus (veja Dt 8.11-14.), e se ele tem pouco, poderia roubar e, portanto, profanar o nome de Deus.

Assim, reconhecendo a sua própria ignorância, confiando na Palavra de Deus para a segurança na vida, e orando para que Deus o guarde de cair em tentação, Agur está pronto para oferecer suas palavras.5

Matthew Henry, ao comentar essa passagem bíblica, destaca: “Duas coisas que ele pede a Deus são: 1. Graça para sua alma: aparta de mim a falsidade e a mentira. Para viver com retidão é mister amar a verdade e a integridade, sem deixar-se enganar pelas vaidades da vida.2. Alimentação conveniente para seu corpo: Não me dês nem pobreza nem riqueza; concedi-me (diariamente) ração de pão (como Mt 6.11; 1 Tm 6.8). Roga contra os dois extremos da abundância e da miséria (v. 8b) e apresenta boas razões para isso: não aconteça que me sacie e te negue, quer dizer, que me esqueças que dependo de ti em tudo. A prosperidade dá lugar ao orgulho e ao esquecimento de Deus, como se já não necessitasse dEle. E que sendo pobre (melhor, empobrecendo-me, como em 20.13), furte. A pobreza extrema é uma tentação à desonestidade e a profanar o nome de Deus (Ex 20.7), seja jurando falsamente ou queixando-se da providência de Deus”/’

Infelizmente tudo isso acontece por conta de nossa cultura do ganha-ganha. Todos querem ganhar e ninguém aceita perder. A corrida rumo ao lucro fácil é estimulada todos os dias. E uma das formas em moda hoje em dia é aquele praticado pelas loterias. Nessa modalidade de jogo, em que o ganho fácil é uma tentação real, o governo fomenta a cultura do ganhar sem esforço. Não somente cria essas loterias, mas também estimula por meio de massiva propaganda. E os crentes, o que que tem ver com isso? Infelizmente alguns acham que o equilíbrio financeiro pode vir quando forem um dos “sortudos” da Mega-Sena. Em seu livro As Sete Ciladas do Inimigo, o escritor Erwin W. Lutzer, mostra como é perigoso o crente querer prosperar por meio dos jogos de azar.

“Em tempos passados, a igreja havia assumido uma posição contrária ao jogo. Hoje não se ouve nem uma palavra sobre o assunto. E o fato é que, embora o quadro que vamos pintar aqui pareça sombrio, na realidade, ele é ainda pior. Basta que perguntemos aos filhos cujos pais se separaram por causa de perdas no jogo. Perguntemos àqueles cuja mãe gasta cem dólares por semana em bilhetes de loteria, em vez de comprar roupas e alimentos. Em suma, o jogo destrói as famílias.”7

Respondendo à pergunta: É pecado Jogar?, Lutzer responde:

“E verdade que não existe um décimo primeiro mandamento que diz:Não participarás em jogos de azar” (...) conta-se que George Washington teria dito o seguinte: “O jogo é filho da avareza, irmão da iniquidade e pai de todo tipo de erro”.

E eu concordo com ele. Creio que foi mesmo o Diabo que inventou o jogo. Portanto, é pecado. Apesar de a Bíblia não conter nenhuma orientação específica sobre o assunto, ela apresenta algumas princípios que contribuem para essa ideia. Vejamos alguns deles.

O jogo contraria o princípio da ética no trabalho. O jogo zomba do trabalho como forma de subsistência. Certa vez, vimos uma frase publicitária que dizia que existem apenas duas maneiras de se ganhar um milhão de dólares. Uma delas era trabalhar muito; a outra era jogar. E dizia mais:

“Quem vai trabalhar todo dia, quando poderia ganhar um milhão de dólares na loteria, é um idiota”.

Entretanto, o apóstolo Paulo escreveu o seguinte: “Se alguém não quiser trabalhar, também não coma” (2 Ts 3.10).

Quem joga não está sendo um mordomo de seus bens.

É insatisfeito com o que Deus lhe dá., 8

(texto extraído do livro Pastor Jose Gonçalves Sábios Conselhos Para Um Viver Vitorioso (CPAD, 2013).
José Gonçalves, e pastor em Água Branca, Piauí, graduado em Teologia pelo Seminário Batista de Teresina e em Filosofia pela Universidade Federal do Piauí. Ensinou grego, hebraico e teologia sistemática na Faculdade Evangélica do Piauí. É comentarista de Lições Bíblicas da Escola Dominical da CPAD e autor dos livros:Missões – o mundo pede socorro (Ed Halley); Por que Caem os Valentes (CPAD); As Ovelhas Também Gemem (CPAD); Defendendo o Verdadeiro Evangelho (CPAD); A Prosperidade à Luz da Bíblia (CPAD); Rastros de Fogo – o que diferencia o pentecostes bíblico do neopentecostalismo (CPAD); Porção Dobrada (CPAD); Sábios Conselhos para um Viver Vitorioso (CPAD) e co-autor do livro: Davi – as vitórias e derrotas de um homem de Deus (CPAD, prêmio ABEC). É presidente do Conselho de Doutrina da Convenção Estadual das Assembleias de Deus no Piauí e membro da Comissão de Apologética da CGADB.


Notas
ASSA RÉ, Patativa. Cante lá que eu Canto cá — filosofia de um trovador nordestino. Rio de Janeiro: Vozes.
2 http://www.financeiro24horas.com/informativo.aspxPCodMate-ria=438, acessado em 31.05.2013.
3 HAMILTON, Victor, P. In: Dicionário Internacional de Teologia do Antigo Testamento. São Paulo: Editora Vida Nova.
4KIDNER, Derek. Provérbios — introdução e comentário. São Paulo: Vida Nova.
5 GAEBELEIN, Frank E. The Expositor’s Commentary — Psalms, Proverbs, Ecclesiastes, Song of Song. Zondervan, USA, 2002.
6 HENRY, Matthew. Comentário bíblico de Matthew Henry - traducido y adaptado at castellano por Francisco La- cueva — 13 tomos em 1 — obra completa sin abreviar. Espanha: Editorial CLIE, Barcelona.
7 LUTZER, Erwin W. As Sete Ciladas do Inimigo — e o que você pode fazer para não cair nelas. Rio de Janeiro: Betânia.
8 LUTZER, Erwin W. idem.
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