sábado, 19 de julho de 2014

Lição 4 – Gerados pela Palavra da Verdade

Gerados pela Palavra da Verdade - Silas Daniel - A Epístola de Tiago apresenta, ainda nos primeiros versículos do seu primeiro capítulo, outros importantes temas. Um deles consiste em um esclarecimento sobre a forma como o cristão deve encarar a pobreza e a riqueza. Essas condições sociais são enfatizadas pelo apóstolo como circunstâncias transitórias da vida, como situações passageiras, porquanto terrenas, e também como conjunturas em meio às quais o cristão deve aprender a estar sempre satisfeito (Tg 1.9-11).


Outro tema abordado é Deus como a fonte de todo bem verdadeiro (Tg 1.16,17); e, na sequência desse assunto, o apóstolo fala do maior de todos os dons que o Senhor nos concede: o de sermos gerados de novo pelo poder da Palavra de Deus (Tg 1.18). Vejamos com atenção esses três importantes ensinos.

Satisfação na riqueza ou na pobreza

Os versículos 9 e 10 do primeiro capítulo da Epístola de Tiago simplesmente jogam por terra tanto a teologia da pobreza, que advoga que riqueza é pecado, quanto a teologia da prosperidade, que afirma que pobreza é pecado. Diz Tiago: “Mas glorie-se o irmão abatido na sua exaltação, e o rico, em seu abatimento”. A expressão “abatido”, no original grego, Tapeinos, é uma referência a um estado de necessidade, de pobreza. Tapeinos significa, mais especificamente, “De classe baixa, de condição social baixa”, o

oposto de “classe nobre”,1 razão pela qual a Nova Tradução na Linguagem de Hoje traduz corretamente este versículo da seguinte maneira: “O irmão que é pobre deve ficar contente quando Deus faz com que melhore na vida; e quem é rico deve sentir o mesmo quando Deus faz com que piore de vida”. Ou seja, a Bíblia apresenta como absolutamente natural tanto um servo de Deus pobre enriquecer quanto um servo de Deus rico empobrecer, e ambos devem, segundo o texto de Tiago, se alegrar e ficar contentes em quaisquer circunstâncias.

Essa importante passagem da abertura da Epístola de Tiago lembra outra passagem bíblica, que se encontra no final da Epístola de Paulo aos Filipenses em que o termo “abatido” — também Tapeinos, no original grego — aparece com o significado de “pobre”. Na referida passagem, Paulo declara: “...já aprendi a contentar-me com o que tenho. Sei estar abatido, e sei também ter em abundância; em toda maneira, e em todas as coisas, estou instruído, tanto a ter fartura, como a ter fome; tanto a ter abundância, como a padecer necessidade. Posso todas as coisas naquele que me fortalece” (Fp 4.11-13). O que Tiago e Paulo estão dizendo nessas passagens é que, seja rico ou pobre, o cristão deve ser sempre humilde e temperante; o cristão deve aprender a ser contente e satisfeito em todas as situações da vida. Em 1 Timóteo 6.8, o apóstolo aos gentios ainda dirá: “Tendo, porém, sustento, e com que nos cobrirmos, estejamos com isso contentes”.

Como afirma Matthew Henry, comentando essa passagem de Tiago, o meio-irmão do Senhor Jesus está dizendo aqui que “a pobreza não deve destruir a relação entre os cristãos e [...] a graça e a riqueza não são completamente incompatíveis. Abraão, o pai dos fiéis, era rico em ouro e prata. Ambos [pobres e ricos] têm permissão de se alegrarem. Nenhuma posição social nos exclui da capacidade de nos alegrarmos em Deus”.2

A pobreza e a riqueza na vida do cristão

A não ser em casos específicos em que a condição espiritual da pessoa a leva a comportamentos que acabam afetando negativamente a sua vida financeira, ou em casos também muito específicos em que o juízo de Deus sobre alguém, afeta a sua vida financeira, ser pobre ou rico materialmente não tem nada a ver com a condição espiritual. Há ímpios pobres e há ímpios muito ricos, assim como há servos de Deus ricos e pobres, servos de Deus ricos que empobreceram e servos de Deus pobres que enriqueceram. Por exemplo: Abraão foi rico; Isaque também foi rico; Jacó nasceu em uma família rica, depois foi ganhar a vida como empregado de seu tio Labão até que Deus o fez enriquecer sem precisar da ajuda de seus pais; o rico Jó era um homem justo e reto diante de Deus, mas se tornou miserável e depois voltou a ser rico; Jeremias era pobre, permaneceu assim e morreu assim; os profetas Sofonias e Isaías foram aristocratas palacianos, mas o profeta Amós foi um simples camponês; o pobre Lázaro da história contada por Jesus em Lucas 16, e que morreu pobre e na miséria, era um homem justo; a Bíblia diz que um profeta que realmente “temia ao Senhor” e auxiliava no ministério do profeta Eliseu morreu pobre e endividado (1 Rs 4.1), mas sua esposa acabou prosperando após um milagre de Deus (1 Rs 4.7); etc.

O que a Bíblia classifica como mal não é a riqueza, mas o amor às riquezas, a confiança depositada nelas. Isso está mais do que claro em várias passagens das Escrituras. A Bíblia nos diz que, no que tange a bens materiais, passamos a ser ímpios quando:

1) Passamos a amar as riquezas, o que é o princípio do fim, porque “o amor ao dinheiro é a raiz de toda espécie de males” (lTm 6.10).

2) A riqueza passa a ser senhora de nossas vidas e náo nossa serva: “Náo podeis servir a Deus e a Mamom” (Mt 6.24).

3) Tornamo-nos avarentos, isto é, apegados demasiadamente, e de forma repugnante, ao dinheiro (Lc 12.15a).

4) Passamos a medir a qualidade da nossa vida pela abundância do que possuímos (Lc 12.15b).

5) Passamos a colocar a nossa prioridade nas riquezas (Mt 6.19-21).

6) Passamos a colocar a nossa esperança nas riquezas (lTm 6.17b).

7) Tornamo-nos altivos, soberbos e arrogantes por causa das riquezas (lTm 6.17a).

8) Praticamos a usura (SI 15.5).

9) Somos possuídos pela cobiça (lTm 6.10), as riquezas se tornam uma obsessão em nossa vida (lTm 6.9).

10) Nossos bens são “bens mal adquiridos”, ou seja, conquistados desonestamente, seja ilegalmente (Hc 2.9) ou não (Pv 28.20), pois nem sempre o que é legal é moral. O pagamento de salários injustos é um desses casos, inclusive mencionado pelo apóstolo Tiago (Tg 5.4).

Como vemos, no que diz respeito às riquezas, o pecado está em mantermos uma relação imoral com elas. Bons exemplos de homens de Deus ricos são Jó e Abraão (Gn 13.2; Jó 1.3; 42.10,12). Iíles enriqueceram honestamente dentro do sistema econômico de suas épocas e não eram avarentos. Eles eram generosos, desapegados às suas riquezas e colocavam seus bens a serviço da obra de Deus, ajudando o próximo (leia com atenção Jó 31.14-41). O próprio apóstolo Tiago cita Abraão como grande exemplo de verdadeira piedade, de fé com obras (Tg 2.21-23). Jesus criticou a avareza, o amor ao dinheiro, e não o desejo simples (que não deve ser confundido com desejo obsessivo) de prosperar financeiramente (Mt 6.19-21,24). Jesus não pregou a pobreza como uma virtude. Ser rico e ser pobre não têm nada a ver com caráter ou qualidade de vida espiritual.

Quando Jesus citou a metáfora do camelo no fundo da agulha, estava falando não da impossibilidade de um rico entrar no Reino de Deus, mas da dificuldade (Mt 19.23,24), porque o ser humano tendente a valorizar o material mais do que o espiritual. Jesus não estava ensinando, e nunca ensinou, que, para nos mantermos firmes espiritualmente, devemos ser avessos a qualquer tipo de desejo de prosperar financeiramente. Tanto é que Jesus conclui sua ilustração dizendo que Deus salvará, sim, ricos (Mt 19.26). A metáfora é só um alerta para não se apegar às riquezas, o que Jesus já havia feito em seu Sermão da Montanha (Mt 6.24). Na mesma linha do Mestre, o apóstolo Paulo não dá recomendações aos cristãos ricos para que deixem de ser ricos, mas para que sejam bênção como ricos (lTm 6.17-19), e assevera que o dinheiro não é a raiz de todos os males, mas, sim, “o amor ao dinheiro” (lTm 6.10).

A transitoriedade das riquezas

Por isso, o apóstolo Tiago, após mencionar que tanto o rico quanto o pobre cristãos podem se alegrar em meio às circunstâncias, destaca ainda, no caso do rico, que ele deve se lembrar de que as riquezas terrenas são passageiras: “...porque ele [o ser rico] passará como a flor da erva. Porque o sol se levanta com seu ardente calor, e a erva seca, e a sua flor cai, e desaparece a formosura do seu aspecto; assim também se murchará o rico em seus caminhos” (Tg 1.10b, 11). Logo, se as riquezas são passageiras, não devemos nos apegar a elas, não devemos supervalorizá-las.

O rico Salomão lembrava que como não podemos levar as riquezas conosco para a eternidade (Ec 5.15), não faz sentido apoiar-se em algo passageiro, fugaz. O rico Jó afirmou o mesmo. Diante da perda de seus bens e filhos, declarou ele: “Nu saí do ventre da minha mãe e nu tornarei para lá; o Senhor o deu e o Senhor o tomou; bendito seja o nome do Senhor” (Jó 1.21). Escrevendo aos crentes em Corinto, o apóstolo Paulo afirma que, tendo em vista a brevidade da vida aqui e, em perspectiva, a eternidade, deveríamos “tratar as coisas deste mundo como se não estivéssemos ocupados com elas, pois este mundo, como está agora, não vai durar muito” (1 Co 7.31, NTLH). Ou, como aparecem nas versões ARC e ARA desse mesmo versículo, devemos “usar” as coisas deste mundo em vez de “abusar” delas ou “utilizar do mundo, como se dele não usássemos”, porque “a aparência deste mundo passa”. Escrevendo a Timóteo, Paulo assevera ainda: “Porque nada trouxemos para este mundo, e manifesto é que nada podemos levar dele. Tendo, porém, sustento, e com que nos cobrirmos, estejamos com isso contentes” (lTm 6.7,8). Nossa vida não se resume a bens. Estes são benesses agradáveis e importantes, mas não fazem parte da essência da vida.

Mas, além de apegar-se às riquezas significar a perda do sentido da vida e, consequentemente, caminha para a perdição eterna, a Bíblia também nos diz que, ainda aqui na Terra, essa atitude traz muitos males. O apóstolo Paulo ressalta que a supervalorização dos bens materiais e a cobiça levam o homem a “cair em tentação e em laço”; a “muitas concupiscências loucas e nocivas, que submergem os homens na perdição e ruína; a “toda a espécie de males”; a se “desviarem da fé”; e a “muitas dores”; e que, por isso, aquele que teme a Deus “foge destas coisas, e segue a justiça, a piedade, a fé, o amor, a paciência, a mansidão” (lTm 6.9-11). E Salomão, o homem mais rico de todos os tempos, já alertava em seu tempo que o apego aos bens materiais provoca vícios e males tais como o desejo incontrolável de ganhar mais e mais (Ec 5.10), o gasto desenfreado (Ec 5.11), preocupações e noites mal dormidas (Ec 5.12) e a perda desnecessária de bens (Ec 5.13,14). Enfim, alguém pode ser muito rico, mas, sem Jesus, sem Deus, ser infeliz.

Outro detalhe é que o tipo de sentimento que alimentamos em relação aos nossos bens determina o propósito das nossas ações, o nosso comportamento. Portanto, se alimentamos um sentimento correto em relação às riquezas, não seremos tão afetados emocionalmente e muito menos espiritualmente se as perdermos; mas, se cultivamos um sentimento errado em relação a elas, uma eventual perda levar-nos-á ao desmoronamento do nosso ser interior, pois nossa alma estava apoiada em areia movediça.

O sentido e a alegria de nossas vidas não devem estar fundamentados em bens materiais, mas na solidez e perfeição dos valores divinos.

Deus: a fonte de todo bem verdadeiro

Por falar em bens, no versículo 17 do capítulo primeiro, o apóstolo Tiago afirma que a origem de todo bem está em Deus. Ele declara expressamente que o Pai celestial é a fonte de todo bem verdadeiro: “Toda boa dádiva e todo dom perfeito vêm do alto, descendo do Pai das luzes, em quem não há mudança, nem sombra de variação” (v. 17). E mais: ao se referir a Deus como o “Pai das luzes”, Tiago está enfatizando que nEle não há trevas, isto é, não há fingimento, falsidade, maldade, mentira, erro, imperfeição. E Ele não muda: nEle, “não há mudança, nem sombra de variação”. Como o próprio Deus afirma através da instrumentalidade do profeta Malaquias: “Eu, o Senhor, não mudo” (Ml 3.6). Ou seja, Deus é e continuará sendo a Fonte de todo bem.

O versículo anterior, o 16, é o que faz a ligação entre o assunto dos versículos 12 a 15 e o assunto dos versículos 17 e 18. Nele, Tiago diz: “Não vos enganeis, amados irmãos”. Mas, não vos enganeis em relação a que, especificamente? Nos versículos de 12 a 15, o apóstolo fala sobre a tentação e explica que Deus não tenta a ninguém (v. 13). Portanto, a preocupação de Tiago nessa passagem, ao esclarecer o que Deus não faz (v. 13) e enfatizar o que Ele é (v. 17), é que os seus leitores tenham uma compreensão clara de Deus. O seu Senhor não é um tentador, não é alguém que quer o seu mal; Ele é o Pai das luzes, a Fonte de todo bem.

Não há dúvida de que muitas das crises espirituais que muitos cristãos têm vivenciado nos dias de hoje está relacionada à sua má compreensão de Deus. Em meu livro Como vencer a frustração espiritual (CPAD), escrevi a respeito disso:

“Não tenho a menor dúvida de que muitas frustrações e neuroses espirituais que vemos hoje, bem como um nível raso de vida cristã, são, na maioria esmagadora das vezes, fruto de uma visão distorcida acerca de Deus. O pastor Aiden Wilson Tozer talvez tenha sido o primeiro a denunciar enfaticamente esse sintoma negativo de nossos dias — a perda do conceito bíblico de Deus. Em 1961, ele escreveu: ‘O baixo conceito de Deus mantido quase universalmente entre os cristãos é a causa de uma centena de males menores em toda parte. Uma filosofia de vida cristã inteiramente nova resultou desse único erro básico em nosso pensamento religioso’. Na época, Tozer ainda arremataria uma frase que se tornaria célebre: ‘O que nos vem à mente quando pensamos em Deus é a coisa mais importante a nosso respeito’ {Mais perto de Deus, A.W.Tozer, Mundo Cristão, 1993)”.

“Muita gente que pensa estar se aproximando de Deus está, na verdade, se relacionando com uma imagem que criou dEle, uma mera sugestão mental, em vez de o Deus da Bíblia. Sua relação não é com o Deus vivo e verdadeiro, mas com uma caricatura do divino, uma fantasia construída pela sua própria imaginação, uma concepção equivocada de quem é Deus. Essa concepção pode ter advindo absolutamente de sua própria cabeça (“achismo”) ou ter sido importada de algum discurso bonito, atraente, mas despido de respaldo bíblico (o que acontece na maioria dos casos). Afinal, há muita falsa teologia popularizada por aí”.

“Infelizmente, não é difícil encontrar pessoas [...] que um dia aceitaram Jesus e suas vidas foram transformadas, mas estacionaram por aí. Porque não se aprofundaram no conhecimento acerca do seu Senhor, se tornaram presas fáceis, aceitando caricaturas de Deus como se fossem versões verdadeiras dEle, e hoje vivem espiritualmente frustradas e doentes. Houve um encontro seguido de desencontro e, agora, é preciso um reencontro. O reencontro com

o verdadeiro Deus, que as salvou. E esse reencontro só pode ocorrer através da Palavra de Deus”.

“Só o conhecimento verdadeiro de Deus tem o poder de curar todas as feridas de nossa alma. Só a verdade pode libertar (Jo 8.32). [...] O principal objetivo da nossa existência é conhecer a Deus”.3

Sigamos o conselho do profeta Oseias: “Conheçamos e prossigamos em conhecer ao Senhor (...) e ele descerá sobre nós como a chuva, como a chuva serôdia que rega a terra” (Os 6.3).

A mais importante de todas as dádivas divinas

No versículo 18, o apóstolo Tiago destaca a mais importante de todas as dádivas divinas: a regeneração pela Palavra da Verdade, a Salvação em Cristo, a transformação pela qual passamos pelo poder do evangelho de Cristo: “Segundo a sua vontade, Ele nos gerou pela Palavra da Verdade, para que fôssemos como primícias das suas criaturas”.

O apóstolo Pedro também menciona essa regeneração pela Palavra em sua primeira epístola: “Sendo de novo gerados, não de semente corruptível, mas da incorruptível, pela Palavra de Deus, viva e que permanece para sempre” (1 Pe 1.23). Segundo define o próprio apóstolo Pedro, regeneração é uma operação divina, com base na ressurreição de Jesus (1 Pe 1.3), de nos tornar novas criaturas pelo poder da Palavra de Deus (1 Pe 1.23). Essa ação é operada em nós pelo Espírito Santo (Jo 3.5; Tt 3.5). E Ele quem aplica o poder do Evangelho, o poder regenerador da Palavra da Verdade, em nossas vidas.

Tiago enfatiza que a regeneração não pode ser operada pelo homem: ela é “segundo a sua vontade”, ou seja, segundo a vontade de Deus. E uma ação exclusivamente divina, como o apóstolo João também destaca na abertura do seu Evangelho (Jo 1.13).

Outro detalhe importante é que o meio-irmão do Senhor ainda declara que Deus nos gerou pela Palavra da Verdade “para que fôssemos como primícias das suas criaturas”. Ao usar o termo “primícias”, o apóstolo está tomando como analogia do propósito da obra regeneradora de Deus em nossas vidas as primícias do Antigo Testamento, que nada mais eram do que a colheita dos primeiros frutos, que eram os melhores (Lv 23.10,11; Ex 23.19; Dt 18.4). Isso significa que, ao chamar os cristãos de “primícias das suas criaturas”, Tiago estava querendo dizer que o Evangelho de Cristo não apenas nos transformou, mas também nos deu, devido a essa transformação, o privilégio de “ocuparmos o primeiro lugar entre todas as suas criaturas”.4 Esta é uma honra extraordinária!

Bibliografia utilizada neste capítulo

DANIEL, Silas. Como vencer a frustração espiritual. Rio de Janeiro: CPAD, 2006.
HENRY, Matthew. Comentário Bíblico Novo Testamento — Atos a Apocalipse — Edição Completa. Rio de Janeiro: CPAD, 2012.
VINE, W. E.; UNGER, Merril E; WHITE JR, William, Dicionário Vine. Rio de Janeiro : CPAD, 2002.
4 Trecho final de Tiago 1.18 na Nova Tradução na Linguagem de Hoje (SBB).
3 DANIEL, Silas. Como vencer a frustração espiritual. Rio de Janeiro: CPAD, 2006.
2 HENRY, Matthew, Comentário Bíblico Novo Testamento — Atos a Apocalipse — Edição Completa. Rio de Janeiro: CPAD, 2012, p. 826.
1 VINE, W. E.; UNGER, Merril F.; WHITE JR, William, Dicionário Vine. Rio de Janeiro: CPAD, 2002, p. 360.
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