sexta-feira, 18 de novembro de 2011

O COMPROMISSO COM A PALAVRA DE DEUS. Subsídio para Lição Bíblica da CPAD - 4º Trimestre/2011


A Presente lição sequencia os resultados do avivamento estudado desde a Lição 6. Em seu primeiro ponto, a ênfase recai sobre a relação que um genuíno avivamento produz entre o crente e as Escrituras, traduzida num único termo: obediência.

OBEDECENDO A PALAVRA DE DEUS

O exemplo dos líderes é destacado pela posição que ocupam, e pelo grau de conhecimento da Palavra que possuem: "E a qualquer que muito for dado, muito se lhe pedirá, e ao que muito se lhe confiou, muito mais se lhe pedirá." (Lc 12.48b)

Liderança é influência. Um caráter reprovável e a falta de um bom exemplo promovem grandes estragos no Reino de Deus.

Observamos em nossos dias uma clara contradição entre o ensino ortodoxo de alguns líderes, e seu comportamento fora do púlpito.

O líder precisa viver o que prega.

Muitos pregam sobre o valor da casamento e da família, mas se divorciam por qualquer motivo.

Muitos pregam sobre a honestidade, mas dão calote na praça.

Muitos pregam sobre a fidelidade, mas são traidores.

Muitos pregam sobre moralidade, mas usam de todos os artifícios imorais para se manterem em cargos e posições eclesiásticas ou paraclesiásticas, com direito a compra de voto, suborno e toda sorte de "esquema" mundano.

Muitos pregam sobre santidade, mas estão vivendo com pecados encobertos.

Muitos pregam sobre generosidade, mas são avarentos.

Muitos pregam sobre bondade, mas são maus.

Muitos pregam sobre humildade, mas são arrogantes e orgulhos.

Muitos pregam sobre o princípio do servir, mas são dominadores.

Muitos pregam sobre o valor da Palavra, mas a contradiz com a tradição.

Muitos pregam sobre a plenitude do Espírito, mas estão vazios.

Muitos pregam sobre simplicidade, mas são vaidosos ao extremo.

Muitos pregam sobre a excelência do ministério, mas o trocaram pelo poder secular e temporal.

Muitos pregam sobre espiritualidade, mas são cínicos hipócritas.

Muitos pregam sobre unidade, mas são facciosos.

Muitos pregam sobre paz, mas vivem em guerras pessoais, ministeriais e convencionias.

Muitos pregam sobre o céu, mas vão para o inferno.

Um genuíno e pleno avivamento promove transformações na liderança em qualquer época e lugar.

Vivemos um genuíno avivamento a nível denominacional (local ou nacional)?

UM POVO SEPARADO

A lição, em seu segundo ponto enfatiza o jugo desigual no casamento, e sem dúvida alguma, há muitos problemas que podem decorrer disso. Acontece que o jugo desigual não é algo que se vive apenas na dimensão do casamento. A advertência do jugo desigual está num contexto bem mais amplo que o casamento:

"Não vos prendais a um jugo desigual com os infiéis; porque que sociedade tem a justiça com a injustiça? E que comunhão tem a luz com as trevas?" (2 Co 6.14)

Há jovens que são disciplinados porque se casaram com um não crente, ou com um membro de outra denominação, enquanto o mesmo pastor que os disciplinou se "casou" politicamente com um não crente, fazendo aliança política para obter vantagens e privilégios pessoais.

O CUIDADO COM O TEMPLO DO SENHOR

Cuidar do espaço cúltico é uma questão de bom senso. Seja uma catedral ou uma casa comum, o lugar do culto deve ter a devida manutenção. O grande problema é quando o lugar ganha mais importância que o próprio culto. A "Casa de Deus" é por alguns mais adorada que o próprio Senhor:

"O Deus que fez o mundo e tudo que nele há, sendo Senhor do céu e da terra, não habita em templos feitos por mãos de homens." (At 17.24)

O templo tem sido para muitos símbolo de status e poder ministerial. Vivemos num contexto onde o sucesso ministerial de um obreiro é medido pelas dimensões da catedral que construiu. Podemos construir grandes espaços cúlticos, entendo que sim, desde que algumas coisas sejam consideradas, dentre elas:

- Não abusar na ostentação do luxo. É possível construir um templo simples, funcional e aconchegante
- Não comprometer a obra social
- Não comprometer a obra missionária
- Não comprometer o salário dos obreiros
- Não usar as ofertas para priorizar as coisas em detrimento das pessoas

Independente de onde, congregar é uma necessidade que não deve ser negligenciada. A onda dos "desigrejados" não se fundamenta à luz da Palavra. Precisamos congregar para abençoar e sermos abençoados com os dons e talentos distribuídos pelo Espíriro à Igreja (1 Co 12.11). É preciso estar juntos: "Todos os que criam estavam juntos e tinham tudo em comum." (At 2.44)

Na graça de Jesus e no poder do Espírito, vivamos de fato compromissados com a Palavra, para a glória de Deus.

Vivamos um genuíno avivamento.

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