terça-feira, 18 de junho de 2013

Lição 12 - A Família e a Igreja

“Porém, se vos parece mal aos vossos olhos servir ao Senhor, escolhei hoje a quem sirvais...porém eu e a minha casa serviremos ao Senhor” (Js 24.15). A igreja local tem grande valor para a formação espiritual das famílias cristãs. E a única instituição em que o cristão e sua família podem apoiar-se, neste mundo de mudanças e incertezas, sendo abençoado por Deus em todas as áreas da sua vida. Os lares em geral estão sofrendo terríveis ataques das intempéries espirituais que combatem contra a família, e muitos não têm resistido e sucumbido espiritualmente. A escola é uma instituição prejudicada pelas falsas visões de mundo, sendo dominadas pelo materialismo. Só resta a igreja, fundamentada na Palavra de Deus como ponto de apoio espiritual e moral para a família.

I - CONCEITOS IMPORTANTES

1. A Igreja no sentido universal

Nesse aspecto, Ela é chamada de o “Corpo de Cristo”, ou a “Noiva do Cordeiro”. Essa é formada por todos os crentes, salvos, vivos (ou mortos), santos e fiéis. Só pode ser vista, ao mesmo tempo, por Deus, que, do seu trono, vê todas as pessoas, e todas as coisas, num “eterno agora”, no dizer de um grande teólogo. Como tal, a Igreja é um organismo espiritual, tendo Cristo como a Cabeça (Cl 1.18) e os crentes como seu Corpo. A Igreja, nesse aspecto, tem a administração espiritual, sobrenatural, sob a direção do Espírito Santo (Jo 14.26). Só precisamos colocar-nos sob sua dependência e tudo funciona bem. É a essa Igreja que se refere o escritor do livro de Hebreus (Hb 12.22,23). Nessa Igreja (com “i” maiúsculo), só os salvos de verdade estão incluídos, tantos vivos, como os que já morreram, desde a fundação do mundo.

2. A igreja no sentido local

No âmbito da igreja local, Ela é formada por pessoas que se unem, e se reúnem, para adorar e servir a Deus, em um determinado lugar (bairro, região, país, etc.), e é formada pelos crentes, salvos (ou não), e pode ser vista por Deus, e, também, pelas pessoas em geral. No meio dessa igreja (local), estão “o trigo” e “o joio”, ou seja, os crentes fiéis, e, ao mesmo tempo, aqueles que não são fiéis, ou santos. Como organização, a igreja precisa de direção, de atividades, normas, de estatutos, e de ações humanas. É a igreja local o ambiente especial, consagrado para Deus, a fim de que as famílias e as pessoas em geral se reúnam para a adoração, para a pregação, o ensino, o discipulado e a assistência espiritual, moral ou social de que necessitem.

II - A FAMÍLIA: O ELEMENTO BÁSICO DA IGREJA

Podemos dizer que o lar deve ser uma extensão da igreja, e a igreja, uma extensão do lar. A família de Deus deve viver e conviver no ambiente do lar, de tal forma que a presença de Deus possa ser sentida, no seu seio, não apenas quando seus membros reúnem-se na igreja local. Quando uma família serve a Deus, e os pais cultivam o saudável costume de realizar o culto doméstico, os filhos valorizam o lugar onde se adora ao Senhor coletivamente. Para que a família, ou o lar, seja uma extensão da igreja local, é da maior importância que, no lar, haja um ambiente espiritual, que valorize a adoração a Deus. Se adolescentes e jovens, além de viverem plugados na internet, passam horas diante da televisão secular, assistindo novelas e outros programas alienantes, será muito difícil alcançar-se esse objetivo de ver a família integrada na igreja. A solução para possibilitar essa integração família-igreja e vice-versa é a realização do culto doméstico.

III - A IGREJA ACOLHENDO AS FAMÍLIAS

A maior parte das famílias, no mundo atual, está desorientada, sem rumo e sem segurança, em direção à eternidade. O espírito do anticristo trabalha diuturnamente para destruir a instituição familiar. A Igreja do Senhor Jesus Cristo é a única entidade, no mundo, que se preocupa com o futuro espiritual da família. E no ambiente da igreja local, que a comunidade em sua volta pode descobrir que existe uma proposta relevante para o fortalecimento do casamento, do lar e da família.

1. A natureza humana da igreja

Em todos os lugares onde há pessoas, há problemas de relacionamento humano. A igreja, no seu aspecto local., não poderia ser diferente. Ela não é formada por anjos, ou por espíritos, mas por pessoas, de carne e osso, com suas virtudes e defeitos. Só a igreja no seu sentido universal, como noiva do Cordeiro, é que não tem problemas ou defeitos. As lideranças cristãs devem atentar bem para a realidade humana, na igreja local. Não há mais lugar, nos tempos presentes, para governos autocráticos e prepotentes, que dirigiam a igreja como se fossem seus donos ou seus capatazes, com poderes absolutos sobre as vidas das pessoas e de suas famílias. Esse estilo foi causador de muitas divisões e descontentamentos, e matou muitas pessoas, excluídas por motivos banais, sem fundamento bíblico. Esse tempo passou. Por outro lado, não se deve admitir que a igreja local é espaço para o governo democrático, no sentido sociológico da palavra, como “governo do povo, pelo povo e para o povo”. Esse estilo também mata. Conduz o povo ao liberalismo e ao relativismo, que ignora os ditames da Palavra de Deus. Mas é possível, com sabedoria e graça de Deus, desenvolver-se uma liderança participativa. Primeiro, com a participação de Deus, através do Espírito Santo, governando o lado espiritual. Em segundo lugar, com a participação da liderança, em harmonia e integração com os liderados, nas decisões de ordem humana ou administrativas.

2. As necessidades das pessoas

A igreja não pode atender a todas as necessidades pessoais, mas pode usar os recursos concedidos por Deus para atendê-las da melhor maneira possível, com a graça, a sabedoria e a unção de Deus. Podemos resumir as necessidades das pessoas e de suas famílias, como se segue: Necessidades espirituais São as necessidades mais prementes do espírito humano. As pessoas, quando aceitam a Cristo como Salvador, vêm do mundo sentindo suas grandes necessidades espirituais. Elas necessitam de salvação, graça, conhecimento de Deus, amor de Deus, e de paz com Deus (Rm 5.1); suas almas anelam ter alegria espiritual (Lc 1.47); paz de espírito (Fp 4.6). É Deus, através do Espírito Santo, quem satisfaz plenamente a essas necessidades. Mas é a igreja local que torna essa assistência concreta na vida das pessoas, evangelizando, congregando, cultuando, ensinando, discipulando, com amor e compreensão, e levando os crentes à dimensão espiritual mais elevada. Famílias bem discipuladas podem contribuir para o crescimento na graça e conhecimento do Senhor Jesus Cristo (cf. 2 Pe 3.18). Necessidades emocionais São necessidades da alma. O salmista expressou esse tipo de necessidade, quando exclamou: “A minha alma tem sede de Deus, do Deus vivo; quando entrarei e me apresentarei ante a face de Deus?” (SI 42.2).

As pessoas procuram a igreja porque esperam obter nela a satisfação dessas necessidades intangíveis, que os bens materiais não podem satisfazer. Através da adoração, da comunhão fraternal e do bom relacionamento humano; de momentos de confraternização, de atenção, empatia, dedicação ao relacionamento interpessoal, de aconselhamento, nos momentos de necessidade, bem como de momentos de sadia confraternização social, a igreja local torna-se acolhedora e relevante para a maioria dos que a ela se dirigem. É fato que a igreja jamais poderá satisfazer às expectativas de todas as pessoas. Sempre haverá alguém insatisfeito. Nem Jesus Cristo satisfez a todos. Quando a liderança da igreja entende que as pessoas não têm só necessidades espirituais, mas emocionais e até físicas, ele pode ser bem-sucedido no seu ministério.

3. Laços psicológicos entre as pessoas

No relacionamento interpessoal, na igreja, observam-se as reações que normalmente afetam todas as pessoas, sejam crentes ou não. O ser humano não se livra de seus sentimentos positivou ou negativos pelo fato de aceitaram a Cristo. Seus temperamentos continuam com suas virtudes e defeitos. E precisam ser orientadas a cultivar as virtudes e evitar a expressão de suas fraquezas. Há mensagens abundantes na Palavra de Deus que orientam o bom relacionamento humano. 

Antipatia

Pode parecer estranho, mas há pessoas que sentem antipatia por outras. E, quando esse fenômeno é acentuado, a igreja pode sofrer desgaste e suas ações podem não ser bem-sucedidas, nas diversas atividades. Se as pessoas não têm simpatia uma com a outra, o trabalho não produz. Na igreja, infelizmente, isso pode ser observado. O Diabo tem procurado cirandar muito, jogando uns contra os outros, provocando dissenção entre irmãos. 

Simpatia

Quando há simpatia, há colaboração, há cooperação, e o trabalho da igreja rende mais. Paulo elogiou o trabalho de Tito e de companheiros que o ajudavam em seu ministério, identificando-se com ele (2 Co 8.22,23). As igrejas precisam de pessoas com esse caráter; as famílias precisam desenvolver laços de amizade entre seus membros, para que possam levar esses sentimentos à igreja local. Entre o líder e os membros da igreja podem manifestar-se esses sentimentos, bem como entre o líder e seus colegas de ministério. É preciso vigiar as emoções. Deus não admite que aborreçamos um irmão. É perigoso e pode comprometer a salvação. Quem aborrece a seu irmão é considerado assassino (1 Jo 3.15,16).

IV - A FAMÍLIA DO MINISTRO DA IGREJA

As atividades do ministério, quando se avolumam, tendem a causar dificuldades no relacionamento entre o obreiro, sua esposa e seus filhos. Mas, segundo a Palavra de Deus, a família deve ter prioridade na vida do homem de Deus, sob pena de surgirem brechas que podem ser usadas pelo Inimigo para prejudicar a vida cristã. Neste estudo, abordamos alguns aspectos considerados importantes para que o relacionamento entre o obreiro e a família seja saudável e proveitoso. De todas as famílias que há, nas igrejas, a família do ministro, do líder, é a mais observada. O obreiro precisa ser exemplo do rebanho (1 Pe 5.3) e exemplo dos fiéis (1 Tm 4.12).

1. A vida conjugal do obreiro

O ministério não dispensa o obreiro dos deveres de esposo. Como tal, ele deve agir da melhor maneira possível. Nenhuma outra atividade exige da família identificação com o trabalho do esposo como a atividade de obreiro. O obreiro pode (e deve) comportar-se como esposo exemplar para as famílias da igreja.

2. Amando a esposa (E f5.25-29)

Isso exige demonstrações práticas de carinho, de afeto. (Pv 31.29; Ct 4.1; 1.16), através de palavras, gestos (cf. 1 Jo 3.18). Para muitos, as expressões “eu te amo”, “gosto de você” e outras são coisas do passado. Sem essas pequenas coisas, o casamento do obreiro torna-se azedo, sem graça, e pode abrir brecha para a ação do inimigo. O exemplo do obreiro, no amor à sua esposa é referência para os casais e famílias sob seu pastoreio.

3. Comunicando-se com a esposa

A falta de comunicação entre obreiro e sua esposa tem sido uma das principais causas eficientes para o desgaste em seu matrimônio; o corre-corre do dia, os estresses do pastorado, os excessos de atividades ministeriais, com administração, viagens, compromissos diversos, atendimento pastoral, visitas pastorais, muitas vezes, não deixam tempo para o obreiro dedicar-se à esposa. O resultado, muitas vezes, é o esfriamento do amor conjugal. Há estudos que comprovam que a falta de diálogo, de conversa a dois, de atenção um ao outro, contribui mais para o adultério do que a atração ou sedução sexual. Assim, é indispensável o obreiro refletir sobre sua agenda, e reservar tempo para comunicar-se com sua esposa. Davi tinha várias mulheres e concubinas. Mas, com o tempo, sofreu o desgaste do relacionamento com suas esposas, e acabou caindo em adultério, de modo gratuito e perigoso. O obreiro deve alimentar o melhor relacionamento com sua esposa, para que os impulsos carnais não sejam meios para a destruição do casamento e do seu ministério. As pessoas ouvem as pregações, mas observam a vida do obreiro.

4. Zelando pela esposa (E f5.29)

Há obreiros que só querem zelo para si; não cuidam de suas esposas, na parte espiritual, emocional e física; muitos até envergonham-se da esposa, pela sua aparência física. Esse zelo expressa-se na honra à esposa (1 Pe 3.7). Há obreiros que se envergonham de suas esposas. Às vezes, por causa das marcas do tempo em suas mulheres, quando perdem a graça da juventude, há obreiros que deixam de se interessar por suas esposas; isso é brecha para o adversário penetrar no relacionamento.Honrar a esposa, dando-lhe o apreço e o respeito necessário, é fator decisivo para uma vida conjugal ajustada e gratificante. E exemplo para as famílias da igreja que o obreiro dirige.

5. Zelando pelo casamento

O obreiro deve ter certos cuidados, no zelo pelo seu matrimônio. Deve usar sempre sua aliança; no gabinete pastoral, ter coisas que lembrem sua esposa e filhos (fotos); evitar envolvimento com pessoas da igreja, que possa causar prejuízo ao ministério e ao casamento; no aconselhamento, ter muito cuidado para não envolver-se com mulheres que estão em dificuldade matrimonial. Sabemos de diversos casos, em que o conselheiro caiu em pecado com a pessoa aconselhada, porque não orou nem vigiou acerca dos sentimentos, e envolveu-se no pecado do adultério, perdendo a reputação, a honra e o ministério. O diabo trabalha 24 horas por dia para destruir ministérios. Ele não se impressiona com sermões bonitos, nem com operação de milagres. Ele foge do obreiro que anda de joelhos, na unção de Deus.

6. União com a esposa (1 Co 1.10)

Essa união deve ser, não só espiritual, mas amorosa, afetiva; o obreiro deve, não só amar sua esposa, mas saber demonstrar esse amor, através de: Afeto, carinho, palavras (Ct 4.1,0; Pv 31.29); investir na intimidade com a esposa; gestos, abraços, carícias (1 Jo 3.18; 1 Pe 3.8); é preciso manter o namoro no casamento; zelando e fazendo o possível em favor do cônjuge (Ef 5.25,29). O amor deve ser o elo principal no relacionamento entre o obreiro e sua esposa. Se não houver amor, tudo pode desabar. Esse amor deve ser dominado pelo amor “ágape” (cf. 1 Co 13).

7. Cuidar da parte sexual (1 Co 7.3,5)

E importante para o equilíbrio espiritual, emocional e físico do obreiro e sua esposa. Quando o casal não vive bem nessa parte, o Diabo procura prejudicar o relacionamento, a fim de destruir o ministério e a família. O Diabo tem trabalhado de modo constante para levar o obreiro a pecar nessa área. Ministérios têm sido destruídos por causa da infidelidade conjugal de muitos ministros pelo mundo afora.

8. Fugir das tentações

O obreiro, por mais que se considere santo, não está imune às tentações. Jesus em tudo foi tentado, mas não pecou (Hb 4.15). Se Jesus foi tentado; Davi foi tentado (e caiu vergonhosamente); Sansão foi tentado;Salomão foi tentado. O obreiro, nos dias presentes, não pode achar que está livre de cair em tentação. Alguns conselhos práticos podem resguardar o obreiro da vergonha da queda, e da destruição de seu ministério, do seu casamento, e da sua honra.

V - O OBREIRO E SEUS FILHOS

1. O relacionamento do líder da igreja local com seus filhos

Tem grande importância para as famílias cristãs. Dentre as qualificações exigidas para o bispo (pastor, presbítero), destaca-se a capacidade de governar bem a sua casa, especialmente os seus filhos (1 Tm 3.4,5).

2. Os ataques à família do pastor

As famílias dos pastores de igreja são muito atacadas pelo Inimigo. O alvo principal é o seu líder. Muitas vezes, o comportamento dúbio do pai leva ao descrédito por parte da igreja: na igreja, é um santo; em casa, neurastênico, violento, sem amor. Isso destrói o lar. Mais devastador, ainda, são os escândalos na vida do obreiro: assassina a confiança dos filhos; destrói a confiança dos crentes e de suas famílias.

3. Cuidados no relacionamento com os filhos

Devem ser os mesmos que todo pai cristão precisa ter com seus filhos. Há pastores que são tão ausentes na vida dos filhos por dedicarem-se demasiadamente às tarefas ministeriais. Para eles, colocar o Reino de Deus e sua justiça em primeiro lugar significa deixar de lado tudo, inclusive a família. E um grande equívoco. Um velho pastor, que implantou quase 100 igrejas, me disse: “Ganhei tantas pessoas para Jesus. Mas perdi quase todos os meus filhos... porque não soube dar atenção a eles. Estão quase todos desviados. Se pudesse recomeçar, faria diferente. Cuidaria da igreja, sem deixar meus filhos em último plano”. Pastores não podem deixar de ser pais de verdade. São indispensáveis, na vida dos pastores, alguns cuidados com seus filhos: afeto, cuidados espirituais, comunicação e disciplina.

VI - A FAMÍLIA NA IGREJA LOCAL

1. Toda a família servindo ao Senhor

A família, participando do corpo de Cristo, de maneira ativa e comprometida.a) Adorando a Deus. É uma grande bênção, quando a família sente-se alegre em ir à igreja para adorar a Deus, participando ativamente do culto e não apenas como meros assistentes (SI 122.1).

b) A família servindo a Deus. Os pais devem dar o exemplo, engajando-se no serviço a Deus, estimulando seus filhos a fazerem o mesmo. Quando os filhos participam de atividades, na igreja local, cantando, tocando, participando da evangelização; quando são alunos da ED, ao lado de seus pais, dificilmente o maligno consegue afastá-los dos caminhos do Senhor. Envolvidos na obra do Senhor, os filhos se afastam do mundo.

c) A família contribuindo. Desde cedo, a família deve ser ensinada sobre o valor da contribuição para a casa do Senhor. Os filhos precisam conscientizar-se de que entregar o dízimo, fielmente, e contribuir com ofertas voluntárias, é também forma de adoração a Deus, através dos rendimentos familiares. Sabemos de filhos que, recebendo pequena mesada de seus pais, retiram o dízimo e entregam ao tesouro da igreja. Isso é educação cristã. E é motivo para receber bênçãos da parte de Deus (Ml 3.10-12).

2. O que deve ser evitado na igreja

A família deve ser educada a saber comportar-se no ambiente da igreja local.

a) Mau testemunho. Quando membros da igreja dão mau testemunho, contribuem para o desgaste e o descrédito da igreja local. Conhecemos o caso de um obreiro que, na igreja, era um santo. Em casa, era um monstro. Terminou, destruindo seu casamento por causa de seu mau testemunho.

b) Referências negativas no lar. Há pais que vivem criticando a igreja local, falam mal dos pastores e líderes. Isso tem efeito muito prejudicial na família (Tg 4.11).

c) Mau comportamento nos cultos. Há pessoas que se comportam muito mal nas igrejas, conversando, sem reverência. Muitos nem esperam pelo final do culto e saem correndo, antes do apelo ou da bênção apostólica. Há crianças que se comportam como se estivessem num parque de diversão na hora do culto. Isso é falta de educação doméstica. O obreiro e sua família devem ser exemplo dos demais irmãos (Ec 5.1).


FONTE
Formar uma família e mantê-la com princípios e valores cristãos é um desafio na pós- modernidade. Para obter sucesso, não só é preciso conhecer o que a Bíblia diz, mas como também colocar seus ensinamentos em prática. Desse modo, as contaminações do mundo sobre a família cristã podem ser identificadas e refutadas. Proteja sua família! 

Livro de apoio a lição bíblica do 2º trimestre de 2013.


AUTOR: Elinaldo Renovato de Lima
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